Porque é que esse inadjectivável senhor chamou tudo a toda a gente, sendo que inclusivamente chegou que não queria chineses na Madeira, e não lhe põem processos de difamação - é por causa da imunidade parlamentar?
Um para o grupo Myday.
Quando os professores se manifestaram em Lisboa não foi por isto ou aquilo, foi em desespero por anos e anos de más políticas. Foi como um pedido de socorro para que se olhasse para a Escola Pública. Foi um basta num modelo de Escola feita de remendos importados daqui e dali. Foi por se peceber que todos alunos e professores estão reduzidos a estatística, e o que restava da dimensão humana da Escola desapareceu de vez. Eu tinha a esperança que os alunos percebessem isso, que os pais viessem exigir uma legislação laboral que lhes permitisse cuidar dos ses filhos. Mas não, o que se viu foi as pessoas a exigirem que a ministra nos aplique o modelo do Belmiro de Azevedo… justamente o da precaridade. Tudo, claro, em nome da produtividade do aumento dos lucros, que revertem naturalmente a favor do empregador. Também a banca que não gosta de empregar mulheres ou então quer saber se pensam ter filhos, que dispensou os mais velho como se fossem trapos para se libertar dos contratos de trabalho que possuíam, nos foi apresentada como um modelo de gestão e organização empresarial, resultado: escândalos financeiros, uma crise mundial que está prestes a lançar o mundo numa recessão. Espero que todos coloquem o ser à frente do ter e se lembrem qe só têm uma vid… e que o que importa é a felicidade de tê-la.
João,
LOL…
É mais sedutor uma manif criativa que muitos urros. Pena é que estamos no país do copy paste. Com mais, ou menos, precariedade na congelação.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Porque é que esse inadjectivável senhor chamou tudo a toda a gente, sendo que inclusivamente chegou que não queria chineses na Madeira, e não lhe põem processos de difamação - é por causa da imunidade parlamentar?
Um
para o grupo Myday.
Quando os professores se manifestaram em Lisboa não foi por isto ou aquilo, foi em desespero por anos e anos de más políticas. Foi como um pedido de socorro para que se olhasse para a Escola Pública. Foi um basta num modelo de Escola feita de remendos importados daqui e dali. Foi por se peceber que todos alunos e professores estão reduzidos a estatística, e o que restava da dimensão humana da Escola desapareceu de vez. Eu tinha a esperança que os alunos percebessem isso, que os pais viessem exigir uma legislação laboral que lhes permitisse cuidar dos ses filhos. Mas não, o que se viu foi as pessoas a exigirem que a ministra nos aplique o modelo do Belmiro de Azevedo… justamente o da precaridade. Tudo, claro, em nome da produtividade do aumento dos lucros, que revertem naturalmente a favor do empregador. Também a banca que não gosta de empregar mulheres ou então quer saber se pensam ter filhos, que dispensou os mais velho como se fossem trapos para se libertar dos contratos de trabalho que possuíam, nos foi apresentada como um modelo de gestão e organização empresarial, resultado: escândalos financeiros, uma crise mundial que está prestes a lançar o mundo numa recessão. Espero que todos coloquem o ser à frente do ter e se lembrem qe só têm uma vid… e que o que importa é a felicidade de tê-la.
a precariedade congela-nos a criatividade.
João,
LOL…
É mais sedutor uma manif criativa que muitos urros. Pena é que estamos no país do copy paste. Com mais, ou menos, precariedade na congelação.
E é bem verdade, que congela.