Claro que o Sr. Daniel e a Esquerda Reaccionária que representa é totalmente incapaz de apontar soluções como este dos empregos precários, nomeadamente num país que as mais inflexiveis e ideológicamente marcadas leis laborais da europa.
ainda assim há demasiados casos glamourosos para a media [baixa] nacional, muitas artes do espectáculo, muito criador que ainda assim tira prazer do que faz, fazem falta na reportagem as maravilhas do call-center, do balcão da gasolineira ou da reposição de hipermercado, que de facto não têm o mesmo encanto.
Consequências de uma lei laboral inflexível e inadaptada para o século XXI. Felizmente, ainda há o trabalho precário. Na maior parte dos casos, as alternativas seriam bem piores.
É apenas uma amostra do falhanço de 30 anos de politicas de educação. Como disse o Pedro, muito glamour, muitas carinhas larocas, mas poucas mãos sujas e pouco suor. Esta gente não interessa ao país e deviam voltar novamente para a escola! Se calhar se fosse num país comunista e distante esses mesmos 30 anos não teriam sido deitados ao lixo…
Deixo aqui um pequeno exercício mental para o caro Daniel Oliveira.
Partindo do pressuposto que não há trabalhadores mais “precários” (termo tão lindo) que os jogadores de futebol, (contratos de um ano, tempo médio de trabalho curtissimo, trabalham aos sábados, domingos e feriados, etc), pergunto. O que seria do futebol, se os jogadores fossem contratados sem termo, com vinculo laboral, horário de trabalho, etc.
Esse seria o sonho dos jogadores mediocres.
No resto do mundo laboral passa-se exactamente o mesmo.
actores/encenadores/artistas/técnicos de cinema… licenciados em História (+ “Sociólogos” e afins)… (!)
Como não estar em saldo com profissões destas?! Eu também gostava de escolher uma profissão que para mim representasse um hobbie, mas não posso!
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Claro que o Sr. Daniel e a Esquerda Reaccionária que representa é totalmente incapaz de apontar soluções como este dos empregos precários, nomeadamente num país que as mais inflexiveis e ideológicamente marcadas leis laborais da europa.
ainda assim há demasiados casos glamourosos para a media [baixa] nacional, muitas artes do espectáculo, muito criador que ainda assim tira prazer do que faz, fazem falta na reportagem as maravilhas do call-center, do balcão da gasolineira ou da reposição de hipermercado, que de facto não têm o mesmo encanto.
Consequências de uma lei laboral inflexível e inadaptada para o século XXI. Felizmente, ainda há o trabalho precário. Na maior parte dos casos, as alternativas seriam bem piores.
É apenas uma amostra do falhanço de 30 anos de politicas de educação. Como disse o Pedro, muito glamour, muitas carinhas larocas, mas poucas mãos sujas e pouco suor. Esta gente não interessa ao país e deviam voltar novamente para a escola! Se calhar se fosse num país comunista e distante esses mesmos 30 anos não teriam sido deitados ao lixo…
Deixo aqui um pequeno exercício mental para o caro Daniel Oliveira.
Partindo do pressuposto que não há trabalhadores mais “precários” (termo tão lindo) que os jogadores de futebol, (contratos de um ano, tempo médio de trabalho curtissimo, trabalham aos sábados, domingos e feriados, etc), pergunto. O que seria do futebol, se os jogadores fossem contratados sem termo, com vinculo laboral, horário de trabalho, etc.
Esse seria o sonho dos jogadores mediocres.
No resto do mundo laboral passa-se exactamente o mesmo.
Eu li e fiquei ainda mais deprimida. A minha geração está bem tramada.
Mig Pt, os profissionais de futebol ainda têm um sindicato. Os precários de que se fala não têm nada.
actores/encenadores/artistas/técnicos de cinema… licenciados em História (+ “Sociólogos” e afins)… (!)
Como não estar em saldo com profissões destas?! Eu também gostava de escolher uma profissão que para mim representasse um hobbie, mas não posso!