Por acaso, lá no meio da manifestação contra os recibos verdes e os estágios qualquer coisa, não querem ser a favor de criar postos de trabalho, não? Isto não há nada como ter a barriga cheia…
Não é preciso conhecer individualmente todas as pessoas que compõem as manifestações para perceber que em Portugal há um excesso de manifestações. Eu não sou contra manifestações, sindicatos ou greves. Pelo contrário, considero-os instrumentos importantes numa sociedade democrática. Mas isso não invalida que tenha uma capacidade crítica para observar que em Portugal manifesta-se por tudo e por nada e se esses esforços fossem redireccionados para trabalhar mais e melhor talvez as pessoas não tivessem tantos motivos para se manifestarem.
Não Dândi, o trabalho oprime, o empregador é um ser demoníaco que apenas quer explorar os seus assalariados e o que é giro é ir a cada 8 dias para a rua gritar bem alto por uma causa que ninguém sabe bem qual é, mas cujo culpado é sempre um: esse grupo opressor dos porcos capitalistas.
Pena é que o movimento sindical não dê mais voz a quem realmente mais precisa, e insista em ser muitas vezes uma confederação de interesses de certos grupos, muitas vezes privilegiados.
Quanto aos imigrantes (referidos no cartaz) também não falam os sindicatos;
- da economia de interesses que gira à volta da sua (i)legalização
- do efeito bola de neve que a inexistência de regulamentação e fiscalização provoca (desvalorização dos salários, economia paralela, fuga ao fisco e segurança social), e que as políticas “venham todos não importa como,a gente cá se há de arranjar” potenciam, reduzindo as condições para quem está cá (imgrantes ou não) e para os que hão de vir (imigrantes ou não)
ps- esero que não seja acusado de racismo pelo último ponto
Força Mário, canta comigo:
“Se eu mandasse neles, os teus trabalhadores
Seriam uns amores
Greves era só das seis e meia às sete
Em frente ao cassetete
Primeiro de Maio só de quinze em quinze anos
Feriado em Abril só no dia dos enganos
Reivindicações quanto baste mas non tropo
- Anda beber mais um copo”
P.S. O tonibler é daqueles que não merecem sequer resposta. Também deve ter a barriga cheia se pode andar a cagar postas de pescada nos blogues.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
Isto é o que se chama ATAVISMO!
E que tal reclamar, reaccionar e revolucionar.. trabalhando?
Por acaso, lá no meio da manifestação contra os recibos verdes e os estágios qualquer coisa, não querem ser a favor de criar postos de trabalho, não? Isto não há nada como ter a barriga cheia…
Daniel,
Não é preciso conhecer individualmente todas as pessoas que compõem as manifestações para perceber que em Portugal há um excesso de manifestações. Eu não sou contra manifestações, sindicatos ou greves. Pelo contrário, considero-os instrumentos importantes numa sociedade democrática. Mas isso não invalida que tenha uma capacidade crítica para observar que em Portugal manifesta-se por tudo e por nada e se esses esforços fossem redireccionados para trabalhar mais e melhor talvez as pessoas não tivessem tantos motivos para se manifestarem.
O “trabalho liberta” não é Mário e Tonibler?
Pois é, pois é.
Dândi,
Não Dândi, o trabalho oprime, o empregador é um ser demoníaco que apenas quer explorar os seus assalariados e o que é giro é ir a cada 8 dias para a rua gritar bem alto por uma causa que ninguém sabe bem qual é, mas cujo culpado é sempre um: esse grupo opressor dos porcos capitalistas.
…
Pena é que o movimento sindical não dê mais voz a quem realmente mais precisa, e insista em ser muitas vezes uma confederação de interesses de certos grupos, muitas vezes privilegiados.
Quanto aos imigrantes (referidos no cartaz) também não falam os sindicatos;
- da economia de interesses que gira à volta da sua (i)legalização
- do efeito bola de neve que a inexistência de regulamentação e fiscalização provoca (desvalorização dos salários, economia paralela, fuga ao fisco e segurança social), e que as políticas “venham todos não importa como,a gente cá se há de arranjar” potenciam, reduzindo as condições para quem está cá (imgrantes ou não) e para os que hão de vir (imigrantes ou não)
ps- esero que não seja acusado de racismo pelo último ponto
Força Mário, canta comigo:
“Se eu mandasse neles, os teus trabalhadores
Seriam uns amores
Greves era só das seis e meia às sete
Em frente ao cassetete
Primeiro de Maio só de quinze em quinze anos
Feriado em Abril só no dia dos enganos
Reivindicações quanto baste mas non tropo
- Anda beber mais um copo”
P.S. O tonibler é daqueles que não merecem sequer resposta. Também deve ter a barriga cheia se pode andar a cagar postas de pescada nos blogues.