8 respostas ao post “MayDay”  

  1. 1 1  Pagaoquedevesajardim

    Isto é o que se chama ATAVISMO!

  2. 2 2  Mário Lopes

    E que tal reclamar, reaccionar e revolucionar.. trabalhando?

  3. 3 3  tonibler

    Por acaso, lá no meio da manifestação contra os recibos verdes e os estágios qualquer coisa, não querem ser a favor de criar postos de trabalho, não? Isto não há nada como ter a barriga cheia…

  4. 4 4  Mário Lopes

    Daniel,

    Não é preciso conhecer individualmente todas as pessoas que compõem as manifestações para perceber que em Portugal há um excesso de manifestações. Eu não sou contra manifestações, sindicatos ou greves. Pelo contrário, considero-os instrumentos importantes numa sociedade democrática. Mas isso não invalida que tenha uma capacidade crítica para observar que em Portugal manifesta-se por tudo e por nada e se esses esforços fossem redireccionados para trabalhar mais e melhor talvez as pessoas não tivessem tantos motivos para se manifestarem.

  5. 5 5  Dândi

    O “trabalho liberta” não é Mário e Tonibler?
    Pois é, pois é.

  6. 6 6  Mário Lopes

    Dândi,

    Não Dândi, o trabalho oprime, o empregador é um ser demoníaco que apenas quer explorar os seus assalariados e o que é giro é ir a cada 8 dias para a rua gritar bem alto por uma causa que ninguém sabe bem qual é, mas cujo culpado é sempre um: esse grupo opressor dos porcos capitalistas.

  7. 7 7  Mouzinho

    Pena é que o movimento sindical não dê mais voz a quem realmente mais precisa, e insista em ser muitas vezes uma confederação de interesses de certos grupos, muitas vezes privilegiados.

    Quanto aos imigrantes (referidos no cartaz) também não falam os sindicatos;
    - da economia de interesses que gira à volta da sua (i)legalização
    - do efeito bola de neve que a inexistência de regulamentação e fiscalização provoca (desvalorização dos salários, economia paralela, fuga ao fisco e segurança social), e que as políticas “venham todos não importa como,a gente cá se há de arranjar” potenciam, reduzindo as condições para quem está cá (imgrantes ou não) e para os que hão de vir (imigrantes ou não)

    ps- esero que não seja acusado de racismo pelo último ponto

  8. 8 8  André Militão

    Força Mário, canta comigo:
    “Se eu mandasse neles, os teus trabalhadores
    Seriam uns amores
    Greves era só das seis e meia às sete
    Em frente ao cassetete
    Primeiro de Maio só de quinze em quinze anos
    Feriado em Abril só no dia dos enganos
    Reivindicações quanto baste mas non tropo
    - Anda beber mais um copo”

    P.S. O tonibler é daqueles que não merecem sequer resposta. Também deve ter a barriga cheia se pode andar a cagar postas de pescada nos blogues.

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