Um titulo de uma mente esquerdelha, só possível a pessoal da esquerda caviar.
Se aos trabalhadores da unidade em questão, nada nem ninguém e em circunstancia alguma, pode impedir o seu legitimo e constitucional direito ao exercício do direito à greve, também aqueles que a ela não querem aderir, deve ser reconhecido o seu direito ao trabalho, por muito que tal nos possa desagradar. Às forças da ordem compete fazer cumprir a LEI, mesmo que o estado fosse governado pelo camarada Anacleto Louçã!
Trabalhadores da ETAR de Sines em greve receberam bastonadas de militares da GNR por questionarem o transporte de resíduos perigosos à margem da lei
(…)
Segundo a denúncia do sindicalista, “até um camião que é utilizado no transporte de cereais foi requisitado para o transporte das lamas”. (…) Desta forma circularam até Beja, numa distância de 70 quilómetros, camiões não-licenciados para o transporte de resíduos perigosos e a largar pelo caminho líquidos contaminados e lamas, realçou o sindicalista.
Então o senhor acha que aquilo que os trabalhadores fizeram foi questionar a operação?
E de caminho acredita na versão única transmitida pelo sindicalista?
Então estavam lá os presidentes de duas Câmaras que se manifestaram muito irritados com tudo, viram sair o camião trafulha e fizeram o quê? nada!
Conheci de perto, demasiado de perto, os piquetes de greve.
Era no tempo em que os, ia dizer um palavrão mas contive-me, tinham poder para se plantar à entrada da empresa e não deixar entrar ninguém.
A quem se apresentava para trabalhar era sugerido com elegância que efectuasse a evacuação das fezes ao contrário.
Como sabe isso agora acabou.
Porém segundo a opinião dos populares que se atiraram para o chão lá no vídeo, o fascismo voltou.
E com ele, voltou a GNR, que desculpe dizer-lhe teve uma paciência de corno para aquela malta.
Por enquanto estamos num país de direito, quem quer fazer greve faz, quem não quer não faz.
Não concorda com isto?
A unica coisa errada que vejo aqui é a dificuldade de muitos GNR controlarem dois ou tres desordeiros. Tal como é referido num comentário acima, o camionista tem o direito ao trabalho e as pessoas que nao lhe permitiam esse direito tinham que ser removidas da entrada, ponto. Se resistiram aos pedidos da GNR, nao deviam estar a espera de rebucados e chazinho com certeza e nao vi ninguem ser agredido.
Vemos, com satisfação a denúncia no site da CGTP e no da Federação. Vemos, com satisfação, a intervenção de Carvalho da Silva junto do governo. Mas veríamos com mais satisfação, ainda, acções de solidariedade nas empresas e apoio como recolhas de fundos organizadas pela CGTP, pelo Sinquifa ou pela federação sindical.
É que deixar as lutas isoladas num cantinho não é boa política. Esperemos que isso não aconteça!
Não chame socialistas ao governo que eles não gostam.
A GNR mais uma vez mostra a absoluta falta de capacidade de reacção e raciocínio no terreno. Têm que intervir, perceber a situação e repôr a legalidade, que nem sempre está do lado de quem os chama. Há alturas em que não se consegue distinguir a segurança privada das forças policiais.
E claro, como bons polícias, sempre que têm oportunidade lá fazem o gosto ao bastão.
Face à situação nem sequer questionaram que lei tinha a primazia naquele caso concreto e que direito devia prevalecer.
Desde há 34 anos que a GNR (e a PSP) servem para proteger a população, não para a atacar durante um protesto pacífico. Há sempre quem esteja pronto a inventar as mais ridículas desculpas (como o direito ao fura-greves e outras que tais) para justificar, aceitar e até premiar o ataque gratuito a cidadãos desarmados.
Nem se dão conta que a polícia com essa função foi extinta, não existe.
Valham-nos as diferenças óbvias: a presença de diversas câmaras de filmar, que possibilitam a identificação dos agentes e da actuação de cada um deles.
E caso se justifique já é possível processá-los (mesmo que isso não leve ainda a lado nenhum)…
nao sei porquê, mas tive um flashback…. pinkertons, diz alguma coisa?
o protesto estava a ser pacifico, nao vejo porque razao actuaram daquela maneira.
todo o tipo de protestos, sejam greves ou bloqueamentos, prejudicam sempre alguem.
seja de funcionarios auxiliares, seja de professores, seja dos transportes, etc etc
essa razao nao basta para entrarmos em proibicionismos delirantes. a greve e outras formas de protesto pacificas, como esta, não são só direitos, são deveres.
deixem trabalhar, quem trabalha a troco de qualquer coisa…. (assim estaria melhor)
Daniel, roubei-te o post. Desculpa mas tinha de ser.
A alguns comentadores:
Um protesto pacífico, que visava a protecção de um bem comum acaba porque a polícia que é comandada pelo governo age de uma forma brutal. Se nao quiserem ver isso estão á vontade. Pode se rque um dia sejam voces a pedir para que vos paguem o ordenado a menos que sejam patroes e concordem com o não cumprir com as obrigações.
o protesto estava a ser pacifico, nao vejo porque razao actuaram daquela maneira.
Pois estava.
O que já não é pacífico é impedirem a laboração da unidade trancando a entrada.
Olhe aposto que não vai acreditar em nada do que vai ler a seguir, mas mesmo assim:
Trabalhadores querem ser contratados pela Águas de Santo André
O presidente da Águas de Portugal (AdP), Pedro Cunha Serra, condena a atitude dos trabalhadores em greve na ETAR de Ribeira de Moinhos, acusando-os de estarem a fazer “chantagem ambiental”. “Não podemos admitir, sob pena de nas 800 ETAR que temos por todo o país, se multiplicarem problemas como este, que a questão ambiental - que não existe e foi criada por um movimento laboral - possa ser utilizada como argumento para a resolução de um conflito a favor das posições dos trabalhadores”, afirmou Cunha Serra ao DN.
O responsável da AdP considerou ainda que alinhar com a estratégia dos funcionários, paralisados desde o dia 6 de Fevereiro por melhores condições de trabalho, seria transformar o “país numa verdadeira bomba ambiental”. “A partir de agora, qualquer trabalhador, em qualquer unidade, que interrompesse a sua actividade, criaria um problema ambiental e, por força disso, teríamos que correr atrás das suas reivindicações. Não podemos ceder a essas ameaças”, salientou.
As lamas produzidas na ETAR de Ribeira de Moinhos não são classificadas como ‘Resíduo Perigoso’ e estão a ser encaminhadas por transportador licenciado para um destino final adequado, garante a Águas de Santo André.
Portanto temos que para resolver problemas de dinheiro os trabalhadores queriam paralisar a ETAR.
Corriga-me se estou engando.
O Arrastão é um blogue de Daniel Oliveira, Pedro Sales e Pedro Vieira.
Para contactar cada um deles faça o favor clicar nos seus nomes e dizer de sua justiça: Daniel Oliveira Pedro Sales Pedro Vieira
GNR ao serviço do novo regime
Um titulo de uma mente esquerdelha, só possível a pessoal da esquerda caviar.
Se aos trabalhadores da unidade em questão, nada nem ninguém e em circunstancia alguma, pode impedir o seu legitimo e constitucional direito ao exercício do direito à greve, também aqueles que a ela não querem aderir, deve ser reconhecido o seu direito ao trabalho, por muito que tal nos possa desagradar. Às forças da ordem compete fazer cumprir a LEI, mesmo que o estado fosse governado pelo camarada Anacleto Louçã!
Vamos lá a ver, Portugal não tem nenhum governo socialista.
Nos governos socialistas ou seja nos países socialistas não há greves, ponto final.
assim de repente… o que é que isto tem a ver com o Governo?
A PSP e a GNR? Nada, rigorosamente nada.
Trabalhadores da ETAR de Sines em greve receberam bastonadas de militares da GNR por questionarem o transporte de resíduos perigosos à margem da lei
(…)
Segundo a denúncia do sindicalista, “até um camião que é utilizado no transporte de cereais foi requisitado para o transporte das lamas”. (…) Desta forma circularam até Beja, numa distância de 70 quilómetros, camiões não-licenciados para o transporte de resíduos perigosos e a largar pelo caminho líquidos contaminados e lamas, realçou o sindicalista.
Jornal Público de sexta-feira… da semana passada…
Portugal, o país da ASAE e dos Verdes Eufémios
am
Tenha piedade de nós, e já agora da verdade.
Então o senhor acha que aquilo que os trabalhadores fizeram foi questionar a operação?
E de caminho acredita na versão única transmitida pelo sindicalista?
Então estavam lá os presidentes de duas Câmaras que se manifestaram muito irritados com tudo, viram sair o camião trafulha e fizeram o quê? nada!
Conheci de perto, demasiado de perto, os piquetes de greve.
Era no tempo em que os, ia dizer um palavrão mas contive-me, tinham poder para se plantar à entrada da empresa e não deixar entrar ninguém.
A quem se apresentava para trabalhar era sugerido com elegância que efectuasse a evacuação das fezes ao contrário.
Como sabe isso agora acabou.
Porém segundo a opinião dos populares que se atiraram para o chão lá no vídeo, o fascismo voltou.
E com ele, voltou a GNR, que desculpe dizer-lhe teve uma paciência de corno para aquela malta.
Por enquanto estamos num país de direito, quem quer fazer greve faz, quem não quer não faz.
Não concorda com isto?
A unica coisa errada que vejo aqui é a dificuldade de muitos GNR controlarem dois ou tres desordeiros. Tal como é referido num comentário acima, o camionista tem o direito ao trabalho e as pessoas que nao lhe permitiam esse direito tinham que ser removidas da entrada, ponto. Se resistiram aos pedidos da GNR, nao deviam estar a espera de rebucados e chazinho com certeza e nao vi ninguem ser agredido.
Vemos, com satisfação a denúncia no site da CGTP e no da Federação. Vemos, com satisfação, a intervenção de Carvalho da Silva junto do governo. Mas veríamos com mais satisfação, ainda, acções de solidariedade nas empresas e apoio como recolhas de fundos organizadas pela CGTP, pelo Sinquifa ou pela federação sindical.
É que deixar as lutas isoladas num cantinho não é boa política. Esperemos que isso não aconteça!
Está a dizer que foi o Governo que ordenou isto? É isso?
Não chame socialistas ao governo que eles não gostam.
A GNR mais uma vez mostra a absoluta falta de capacidade de reacção e raciocínio no terreno. Têm que intervir, perceber a situação e repôr a legalidade, que nem sempre está do lado de quem os chama. Há alturas em que não se consegue distinguir a segurança privada das forças policiais.
E claro, como bons polícias, sempre que têm oportunidade lá fazem o gosto ao bastão.
Face à situação nem sequer questionaram que lei tinha a primazia naquele caso concreto e que direito devia prevalecer.
Desde há 34 anos que a GNR (e a PSP) servem para proteger a população, não para a atacar durante um protesto pacífico. Há sempre quem esteja pronto a inventar as mais ridículas desculpas (como o direito ao fura-greves e outras que tais) para justificar, aceitar e até premiar o ataque gratuito a cidadãos desarmados.
Nem se dão conta que a polícia com essa função foi extinta, não existe.
Valham-nos as diferenças óbvias: a presença de diversas câmaras de filmar, que possibilitam a identificação dos agentes e da actuação de cada um deles.
E caso se justifique já é possível processá-los (mesmo que isso não leve ainda a lado nenhum)…
Vão fazer greve para casa, bandalhos!
Deixem trabalhar quem quer.
A greve não é um direito de proibir os outros de trabalhar.
nao sei porquê, mas tive um flashback…. pinkertons, diz alguma coisa?
o protesto estava a ser pacifico, nao vejo porque razao actuaram daquela maneira.
todo o tipo de protestos, sejam greves ou bloqueamentos, prejudicam sempre alguem.
seja de funcionarios auxiliares, seja de professores, seja dos transportes, etc etc
essa razao nao basta para entrarmos em proibicionismos delirantes. a greve e outras formas de protesto pacificas, como esta, não são só direitos, são deveres.
deixem trabalhar, quem trabalha a troco de qualquer coisa…. (assim estaria melhor)
Daniel, roubei-te o post. Desculpa mas tinha de ser.
A alguns comentadores:
Um protesto pacífico, que visava a protecção de um bem comum acaba porque a polícia que é comandada pelo governo age de uma forma brutal. Se nao quiserem ver isso estão á vontade. Pode se rque um dia sejam voces a pedir para que vos paguem o ordenado a menos que sejam patroes e concordem com o não cumprir com as obrigações.
o protesto estava a ser pacifico, nao vejo porque razao actuaram daquela maneira.
Pois estava.
O que já não é pacífico é impedirem a laboração da unidade trancando a entrada.
Olhe aposto que não vai acreditar em nada do que vai ler a seguir, mas mesmo assim:
Trabalhadores querem ser contratados pela Águas de Santo André
O presidente da Águas de Portugal (AdP), Pedro Cunha Serra, condena a atitude dos trabalhadores em greve na ETAR de Ribeira de Moinhos, acusando-os de estarem a fazer “chantagem ambiental”. “Não podemos admitir, sob pena de nas 800 ETAR que temos por todo o país, se multiplicarem problemas como este, que a questão ambiental - que não existe e foi criada por um movimento laboral - possa ser utilizada como argumento para a resolução de um conflito a favor das posições dos trabalhadores”, afirmou Cunha Serra ao DN.
O responsável da AdP considerou ainda que alinhar com a estratégia dos funcionários, paralisados desde o dia 6 de Fevereiro por melhores condições de trabalho, seria transformar o “país numa verdadeira bomba ambiental”. “A partir de agora, qualquer trabalhador, em qualquer unidade, que interrompesse a sua actividade, criaria um problema ambiental e, por força disso, teríamos que correr atrás das suas reivindicações. Não podemos ceder a essas ameaças”, salientou.
As lamas produzidas na ETAR de Ribeira de Moinhos não são classificadas como ‘Resíduo Perigoso’ e estão a ser encaminhadas por transportador licenciado para um destino final adequado, garante a Águas de Santo André.
Portanto temos que para resolver problemas de dinheiro os trabalhadores queriam paralisar a ETAR.
Corriga-me se estou engando.
Sr. Fado Alexandrino:
Não, não está enganado. Está mesmo onde quer estar. Do lado que quer estar. E até sabe o que é paciência de corno. Admiro o que V. Exª sabe!