Por Pedro Sales

Carolina Patrocínio, mandatária para a juventude do PS: “Odeio os caroços nas frutas. Só como cerejas quando a minha empregada tira os caroços por mim. E uvas sem grainhas. É uma trabalheira”. (vídeo aqui, aos 8.03)
87 comentários 14 Ago 09 em Let the freak show begin, um disparate nunca vem só87 respostas ao post “Será que a Carolina teve tempo de explicar ao primeiro-ministro a sua fascinante visão do mundo laboral?”
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Ah as bolas de natal. Boa imagem, sem conteúdo. Mas (actualmente ou sempre foi assim?) a imagem é quase tudo…
ASENSIO
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Banana não tem caroço
Não tem caroço
Não tem, não tem!
É como carne sem osso
Não tem caroço
Mas sabe bem!!!
Como é que ela fará com o Uva (Gonçalo)?
P.S. – A silly-season está aí em força!
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o vídeo lincado é de vómitos.
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Pedro Sales Reply:
Agosto 14th, 2009 at 8:45
Foi por isso mesmo, e em consideração com os leitores do Arrastão, que não o coloquei na primeira página e referi o momento em que a menina mostra toda a sua tontice e nos mostra como, lá por casa, empregado parece ser o mesmo que escravo.
Não sei quem é a moça, mas tem que se colocar o vídeo no seu contexto.
É como aqueles inquéritos de Verão sobre o que faz e não faz na praia.
E nestes e naquele as pessoas a muito custo lêem um roteiro e depois tentam sem gaguejar dizer aquilo.
Carolina Patrocínio um nome lindíssimo que só por si diz logo do bom nascimento da menina, é verdadeira, ela é mesmo assim, nasceu assim, cresceu assim e ainda vai morrer melhor.
Pode chegar, chega sem dúvida alguma, a sub-secretária de qualquer coisa.
É o futuro.
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Pedro Sales Reply:
Agosto 14th, 2009 at 9:04
Fado,
Não há contexto que explique que, em 2009, alguém tenha uma empregada para tirar as grainhas das uvas e os caroços das cerejas. Há uns tempos valentes isso tinha um nome: escravatura.
Existe uma “atenuante”, é certo, a rapariga parece ser uma tonta, De “bom nascimento”, como diz, mas mesmo assim uma tonta imatura e arrogante.
Fado Alexandrino,
Talvez esteja a interpretar mal a sua ironia mas, se não, a única conclusão positiva que se pode tirar do nome da artista é que a mobilidade social é um facto inegável. Não se sabe, no caso, a que custo, mas existe.
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Empregado que tira os caroços da fruta é só empregado. Não é escravo!
O conceito não está no trabalho que se executa mas na forma como é remunerado e na liberdade de escolha.
Há aqui uma enorme confusão entre o conceito de escravo e empregado. Havia escravos com profissões que hoje são executadas por altos dirigentes. Eles próprios eram bem conceituados na sociedade, mas eram escravos porque não tinham liberdade!
A empregada da menina se não gosta não faz! Se calhar fá-lo por amor à sua menina.
Fazer análise da personalidade da moça com base na relação afectuosa (quem tira caroços da fruta só o faz por afecto) que tem com a empregada é absolutamente estupido. Espero que o Pedro Sales recolha as próprias fezes e as enterre, porque senão obriga os funcionários que fazem as limpezas das ETARs a limparem a xxxxx que faz, e eles não são escravos!!!!
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#6.
se eu fosse empregado de alguém, ou mesmo seu escravo, preferia ter esse trabalho (retirar caroços ou grainhas) que outros como lavar chãos ou passar a ferro.
De qq das formas, preferia ter sempre um destes trabalhos (que mal há em descarcar fruta e lavar chãos?) que nada fazer (e receber o rendimento minimo!!!)…
Por estes lados continua o “politicamente correcto”…
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Desculpem lá… se ela PAGA à empregada para lhe tirar as grainhas e os caroços, qual é o vosso problema ?
Sobre o resto do video, sim, TV de tontos para tontos. Nada de novo.
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Ora bem, parece-me que a escolha desta menina light, com a sua pequena cabecinha cheia de vento, quiçá um pouco de areia, está perfeitamente de acordo com o PS, também este vagamente light no que ao “socialismo-socrático” concerne.
Infelizmente o que não falta por aí são estas meninas nascidas em berço de ouro, rodeadas de serviçais ao seu dispor.
Basta apanhar um qualquer transporte público e escutar as conversas das senhoras que trabalham em casa dos “dótores”, como gostam de ser tratados quando uma mero serviçal a eles se dirige.
E já ouvi muito pior, pérolas como: “tenho que descascar a banana às meninas” (se fosse aos meninos a estória seria outra…), “não puxam o autoclismo quando usam o WC e eu é que tenho de lhes limpar a merda”, etc., etc.
Reparo que estas famílias de bem não respeitam de modo algum as pessoas que para eles trabalham. A “Tina” (nome fictício) trabalha 6 dias por semana, 10 horas por dia numa casa há mais de 18 anos e recebe menos de 500 euros, para além de ser psicologicamente maltratada e verbalmente atacada diariamente. A educação e respeito por outrém são conceitos que escapam a esses respeitáveis “dótores”, que pensam no povinho como uma extensão do trabalho escravo.
Bah, cada partido tem o Patrocínio que merece.
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Será possível ela ser imbecil ao ponto de achar que causou boa impressão de si mesma na entrevista que deu? Retrata-se a si própria, de forma constante, como uma acéfala mimada, arrogante e déspota. Ou é muito sincera (não o pode ser, porque diz que “prefere fazer batota a perder”), ou é idiota em grau superlativo.
Talvez seja a juventude à finlandesa (???) que Sócrates deseja para o seu país.
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Vocês ganhem juízo? Patrocínio é um nome líndissimo? Um nome que diz do bom nascimento? Patrocínio é completamente povo, credo. Vão ler um bocadinho sobre a onomástica portuguesa.
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Pedro, desculpe mas isso é preconceito. Se a pessoa for paga, porque não há-de tirar caroços à fruta?
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“Há uns tempos valentes isso tinha um nome: escravatura.”
Desculpe lá Pedro Sales, mas sem prejuízo do eventual ridículo da função desempenhada (que são outros quinhentos), de onde nas declarações ou no video é que retira que a empregada não é remunerada, não desconta para a segurança social ou não tem férias. É que isso é que me parece poder corresponder ao conceito de escravatura…
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Houve uma conquista do PREC, que foi violenta para a classe dominante mas que eu considero um grande salto civilizacional;
O nivelamento de classes.
Estes episódios frívolos demonstram como é fácil perder-se o que foi tão doloroso conquistar.
Vivemos num reino de barões e baronetes, que se impõem aos outros pelos sinais exteriores de riqueza. O grave é que como não foram educados, não sabem educar os filhos. Pensam que educar bem é fazer dos filhos uns “reizinhos”.
Ao contrário do que muitos pensam, a educação dos reis é exigente. São preparados para o sacrifício, para que nunca cedam a escolhas fáceis e confortáveis.
A sua grande qualidade é a humildade.
Como já disse atrás, o pior é a corte.
Se vivemos numa república e já há portugueses de pouca idade que pensam como “casta”, o que faría se fossemos um monarquia.
Era demasiadamente perigoso.
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que, em 2009, alguém tenha uma empregada para tirar as grainhas das uvas e os caroços das cerejas
É claro que a empregada, a criada como antigamente se dizia, não faz aquilo.
A ela é que lhe pareceu “engraçado” dizê-lo para depois com os amigos queques (apostaria que alguns votam naquele partido de que se não pode dizer o nome) rirem muito da piada.
Podia dizer-se que é tontinha, mas não é, é actual.
Daquele género de nascimento, tá a ver, só se vai poder esperar isto.
Também não precisam de mais, o canudo arranja-se, o tacho ainda é mais fácil, como ela exuberantemente demonstra.
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Caro Pedro Sales
Parece-me óbvia a confusão entre conceitos.
Não constitui escravatura alguém “tirar grainhas das uvas e caroços das cerejas”. Desde que pago e exercido em e com as devidas e necessárias condições, trata-se de um serviço, tão licito como qualquer outro.
Por outro lado, parece-me sim que a escolha desta captio diminutis para mandatária para a juventude do que quer que seja (e aqui incluem-se quaisquer campanhas e partidos respectivamente envolvidos, PP incluído) releva sobretudo para aferirmos da captio diminuticidade do tonto que a escolheu.
Com os melhores cumprimentos
André
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faz-me lembrar uma rábula com muitos anos de Raul Solnado, em que contava que determinada personagem roía as unhas mas que depois, como ficou muito rica, queria que ele as roesse.
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O quê, essa croma como mandatária do PS?!
Perante este post só posso afirmar que o PS está mesmo à rasca de votos…
Só falta aparecer também o Castelo-Branco…
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E chegámos a isto: discutir as parvoíces de uma menina mimada…
Manuel Monteiro
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Pedro Sales Reply:
Agosto 14th, 2009 at 12:26
menina mimada que, por acaso, é mandatária nacional do partido socialista.
Anda aqui muita gente a interpetrar as palavras pelo seu sentido literal. É claro que a empregada da menina não é sua escrava, e sei muito bem o que é escravatura, mas parece-me claro que o facto de ter alguém, ou dizer que tem, para lhe tirar os caroços e grainhas da fruta revela uma forma de olhar para o trabalho, e a sua dignidade, muito pouco consentânea.
Caro Fado Alexandrino,
Pode ser que sim. Em todo o caso, e em tratando-se de alguém que o partido do governo escolheu para mandatário nacional, não me parece que essa alternativa seja muito melhor.
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Muito bem.
Quem foi que teve a peregrina ideia de pôr esta moçoila com mandatária do que quer que seja? Se fôr para dar exemplo á juventude de como deve comer a fruta ainda vá ; mas será necessário ir dizendo aos ditos jovens que a gente quando nasce em principio nasce com duas mãozinhas e que se quiser fazer-se á vidinha deve aprender a usá-las
http://apombalivre.blogspot.com/
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Ó sales então censurou-me? lol
Pois isto de não discutir política e apenas atacar um partido político ad hominem usando por exemplo a Patrocionio, uma moça do povo que tem como um dos objectivos na vida subir na escada social e por isso vêm os ataques. Ainda aqui neste blog a discussão por exemplo do programa político do PS VS BE.
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#23
“revela uma forma de olhar para o trabalho e a sua dignidade, muito pouco consentânea”:
a forma como olha é toda da sua responsabilidade, caro PS (Pedro Sales)!!!
Claro que a rapariguinha é muito simples.
O PS é que é cheio de preconceitos…
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Pedro Sales Reply:
Agosto 14th, 2009 at 13:09
Caro José A,
Espero só não ter que um dia vir a trabalhar par o José A ou outros que, por aqui, têm defendido a tese que, em pagando, os empregados têm que estar disponíveis para todos os caprichos dos seus empregadores.
Ainda aqui neste blog a discussão por exemplo do programa político do PS VS BE não vi.
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Pedro Sales Reply:
Agosto 14th, 2009 at 13:10
Caro Minhoto,
Vá ao Simplex. Por lá, pouco mais fazem.
Quem eh a Carolina Patrocinio?
Donde Vem?
Que faz?
Que fez?
se eh aquilo que esta no video e mandata para o partido que governa, entao o Medina Carreira tem que rever o discurso, porque afinal eh um optimista!
[Responder]
Já agora “o mandatário(a) “de uma candidtura, serve para fazer o quê???Qual a sua função?? Ainda não percebi bem o que é isso de mandatários..São Padrinhos e madrinhas??? Nas campanhas eleitorais (e depois, e depois..)fala-se muito neles. Aparecem umas caras giras, conhecidas publicamente de outras andanças que não as partidárias (fadistas, músicos, cientistas, médicos, escritores, etc,etc)e prontos. Não conheço que façam mais nada, a não ser acompanhar os candidatos na campanha, beber uns copos e comer uns jantares com eles…
Mas se calhar é ignorância minha.
Se calhar, aproveitam até para seleccionar das hordas de apoiantes, os criados para lhes tirar os caroços da fruta….Talvez não sei..
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Na maioria , estes mandatarios e mandatárias da juventude, são todos tontinhos (as), são conhecidos porque aparcem nas revistas , e aparecem nas revistas porque são conhecidos POIS…..
Mas ainda ninguem conseguiu bater em tolices, a mandatária do Cavaco para a juventude , a fadista-médica Katia Guerreiro….
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Caro Pedro Sales
Naturalmente que não entendo as suas palavras apenas pelo seu sentido literal. Mas a verdade é que após análise do seu discurso, fico com a ideia de que se o senhor mandasse, acabaríamos imediatamente com os empregos de pessoas que limpam casas de banho (bastante mais prejudiciais para a psique de quem os executa do que a tarefa de “desengrainhar” o que quer que seja.
Fiquemo-nos pela tontice da moça. É capaz de ser tópico mais sumarento. Para além do que todos os empregados toleram, em maior ou menor medida, caprichos dos empregadores. E de que, caso a função profissional d@ senhor@ envolva a preparação de géneros alimentares, não vejo o porquê de tamanho espanto. Ou acha que uma uva ou uma cereja são menos dignas que uma manga ou um melão.
Veja lá se não está a ser discriminador…
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Pedro Sales Reply:
Agosto 14th, 2009 at 14:42
Caro André Nobre,
É a forma como a coisa é apresentada que (me) choca. Dizer que só se come fruta depois da empregada tiras as graínhas, que o meu estilo de vida não é para essas minudências, é um pouco diferente de trabalhar num restaurante e fazer esse trabalho (que, diga-se, nunca reparei que fosse efectuado).
Para ser tratado por “doutor” não é preciso ter empregados/escravos, basta ser chefia intermédia na Função Pública.
A Carolina é a porta-voz perfeita do PS e para a juventude lusitana. Carinha laroca, faz carreira na TV sem necessitar de grande talento, esforça-se pouco (mesmo a descascar a fruta), tem quem faça as mais pequenas tarefas por ela, vive para as aparências, enfim, tudo a que um jovem pode e deve aspirar neste jardim. É o verdadeiro modelo da nossa governação, e afinal, aquilo a que aspiramos. Acertada escolha!!
[Responder]
Um tipo/a para dar de comer aos filhos deve sujeitar-se limpar-vos o cu, senhores “doutores”, não porque sois deficientes motores (o que seria um trabalho digno), mas porque padeceis de atraso de mentalidade, para reduzir o vosso complexo de inferioridade e satisfazer-vos o ego recalcado de pequeno-burgueses.
O povo costuma dizer para “não servir a quem serviu”. Não é apenas intuição: lembremos a génese psicológica dos movimentos fascistas e a raiz do seu suporte social. “Arbeit macht frei!”, propõem por aqui os do costume. O trabalho não é dignidade, é castigo.
“Salò ou os 120 Dias de Sodoma” retrata-vos bem. A todos vós, que assim pensais, dedico o esta colagem do poema de Alberto Pimenta.
(se o dono desta casa assim o permitir)
I
o pequeno filho-da-puta
é sempre
um pequeno filho-da-puta;
mas não há filho-da-puta,
por pequeno que seja,
que não tenha
a sua própria
grandeza,
diz o pequeno filho-da-puta.
no entanto, há
filhos-da-puta
que nascem grandes
e
filhos-da-puta
que nascem pequenos,
diz o pequeno filho-da-puta.
de resto,
os filhos-da-puta
não se medem aos palmos,
diz ainda
o pequeno filho-da-puta.
o pequeno
filho-da-puta
tem uma pequena
visão das coisas
e mostra em
tudo quanto faz
e diz
que é mesmo
o pequeno filho-da-puta.
no entanto,
o pequeno filho-da-puta
tem orgulho em
ser
o pequeno filho-da-puta.
todos
os grandes filhos-da-puta
são reproduções em
ponto grande
do pequeno filho-da-puta,
diz o pequeno filho-da-puta.
dentro do
pequeno filho-da-puta
estão em ideia
todos os grandes filhos-da-puta,
diz o pequeno filho-da-puta.
tudo o que é mau
para o pequeno
é mau
para o grande filho-da-puta,
diz o pequeno filho-da-puta.
o pequeno filho-da-puta
foi concebido
pelo pequeno senhor
à sua imagem e
semelhança,
diz o pequeno filho-da-puta.
é o pequeno
filho-da-puta
que dá ao grande
tudo aquilo de que ele
precisa
para ser o grande filho-da-puta,
diz o pequeno filho-da-puta.
de resto,
o pequeno filho-da-puta vê
com bons olhos
o engrandecimento
do grande filho-da-puta:
o pequeno filho-da-puta
o pequeno senhor
Sujeito Serviçal
Simples Sobejo
ou seja, o pequeno filho-da-puta.
II
o grande filho-da-puta
também em certos casos começa
por ser
um pequeno filho-da-puta,
e não há filho-da-puta,
por pequeno que seja,
que não possa
vir a ser
um grande filho-da-puta,
diz o grande filho-da-puta.
no entanto, há
filhos-da-puta
que já nascem grandes
e
filhos-da-puta
que nascem pequenos,
diz o grande filho-da-puta.
de resto,
os filhos-da-puta
não se medem aos palmos,
diz ainda
o grande filho-da-puta.
o grande
filho-da-puta
tem uma grande
visão das coisas
e mostra em
tudo quanto faz
e diz
que é mesmo
o grande filho-da-puta.
por isso
o grande filho-da-puta
tem orgulho em
ser
o grande filho-da-puta.
todos
os pequenos filhos-da-puta
são reproduções em
ponto pequeno
do grande filho-da-puta,
diz o grande filho-da-puta.
dentro do
grande filho-da-puta
estão em ideia
todos os
pequenos filhos-da-puta,
diz o grande filho-da-puta.
tudo o que é bom
para o grande
não pode
deixar de ser igualmente bom
para os pequenos filhos-da-puta,
diz o grande filho-da-puta.
o grande filho-da-puta
foi concebido
pelo grande senhor
à sua imagem e
semelhança,
diz o grande filho-da-puta.
é o grande
filho-da-puta
que dá ao pequeno
tudo aquilo de que ele
precisa
para ser o pequeno filho-da-puta,
diz o grande filho-da-puta.
de resto,
o grande filho-da-puta vê
com bons olhos
a multipliccação
do pequeno filho-da-puta:
o grande filho-da-puta
o grande senhor
Santo e Senha
Símbolo Supremo
ou seja, o grande filho-da-puta.
Alberto Pimenta
[Responder]
Pedro
Pelo facto de ser mandatária de não-sei-o-quê não lhe dá nenhuma relevância. E é cairmos na esparrela que os jetsets politiqueiros querem que caiamos: discutir o frívolo, o trivial, e não atacarmos as grandes linhas politicas que a burguesia está a impôr aos trabalhadores.
Eu sei que uma certa esquerda moderna adora estas diversões: foi assim com a vedete Joana Amaral Dias e é agora com esta catraia…
Mas, porra, existe vida – muito mais vida- para além destes factos marginais.
Manuel Monteiro
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Mais uma tontinha oca, para bibelot da juventude numa das campanha fúteis do vazio generalizado que grassa em Portugal.
Qual é a surpresa? Não se lembram de uma outra que aqui há uns… talvez 15 anos, ao ver um pescador tirar um polvo de um balde, perguntava “que peixe é?”
Essa continua aí, e cada vez mais fresca, espontânea, e cada vez tem mais colegas.
Ah, mas tudo vai ter canudo, Ingenhêros, Dótoures, ou ainda mais!
Sempre com título de livro de cabeceira decorado, mas em casa estranhamente nem uma única publicação à vista, na melhor das hipóteses 0,5m de livros com lombada nobre na sala, e 4cm de revistas com capas com fotografias bem tiradas, de preferência coloridas.
É o tipo de vacuidade mental que nos agride com frases do género:
“Acho Shakespeare muito aborrecido. Pelo menos, o que ele escreveu até agora!”, ou
“Faz-me muita impressão ver aquelas crianças em África. Quer dizer, eu gostava de ser magra como elas, mas sem as moscas.”
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http://dmail.gastronomias.com/prodotto.php?cod=175836&PHPSESSID=7dcdfbe5a458494de
http://www.cesar-castro.pt/Catalogos/DetalheModelo.asp?ModeloID=810&CatID=61&SubCatID=18
Para as escravas do lar
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Caros Comentadores
No meu tempo eram criadas ou sopeiras.
Se eu disse-se o que esta menina disse, nem imaginam…
Eu roubava fruta e divertia-me imenso nas hortas
Quanto ao resto do tempo, as ordens eram bem definidas e, as criadas que eu tratava com respeito,a cada semana impunham-me uma tarefa para eu aprender, por ex; passar a ferro,limpar pratas,lavar roupa etc. e, estudar e ler…
Mandatária de quê?????
cumprimentos
Manuela Diaz-Bérrio
bfs para todos
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Pedro Sales: «Não há contexto que explique que, em 2009, alguém tenha uma empregada para tirar as grainhas das uvas e os caroços das cerejas. Há uns tempos valentes isso tinha um nome: escravatura.»
O Pedro Sales só pode estar a brincar. Eu até me apetecia brincar, mas falando sério, então a cozinheira (que é uma “empregada) se tratar da fruta previamente, acha, escravatura?
É por estas e por outras que para a esquerda trabalhar é opressivo!
Na América um rapper paga a uma Mexicana para limpar a fruta. E adivinhe; TODOS FICAM CONTENTES! Ninguém é escravo, o trabalho circula e as bocas são alimentadas.
Aqui na Cuba Europeia, ser empregada/o é ser “oprimida/o”. Ou melhor, faça como fazem a GNR, subsídio de descasque. Subsídio de tratamento de fruta… enfim, tenha dó!
Até aposto que tem 4 romenos no armário, para lhe limpar o quarto, e vem para aqui brandir à boa gente do Restelo!
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Pedro Sales Reply:
Agosto 14th, 2009 at 19:04
Mancha Negra,
Se você acha que tirar os caroços das cerejas e grainhas das uvas é tratar da fruta, tudo bem. Não estamos a falar de cortar uma manga, ou maçã. A questão não é a opressão de trabalhar, pelo contrário, mas a tontice de quem acha que é normal fazer gala dos caprichos do estilo de vida de uma menina rica e mimada.
Pedro Sales, tem a noção do que está a escrever?
Sabe o que é um gordo na América? é um gordo. Sabe o que é um pobre na América? é um pobre.
Essa sua consciência infantil é a chamada arrogância Burguesa. Essa sua consciência é o ónus da nossa “igualdade”. Quem é o Pedro Sales para achar que é prosápia a menina ter o caroço separado da fruta? Porventura sabe se a cavalheira tem alguma doença nos rins? A cavalheira é tonta e desconhece Proust.. e então?
Nesse sentido se eu lhe falar em “zegalotes” e “moncos” o Pedro não sabe o que é, e nesse sentido é um ricaço que vai à Fnac comprar cultura e não sabe o que é a violência de rua.
Isto, pressupondo que haveria pano para mangas. Pressupondo que realmente a cavalheira seria uma snob opressiva para com as “criaditas”.
Pelo amor de Deus, tem uma empregada que tira o caroço! Dá para brincar e compreendo a prosápia da cavalheira. Mas fazer disso cavalo de batalha da “causa”… por favor Pedro.
[Responder]
Mancha negra
Presumo que sabe o que é um SNOB!
Sabe com toda a certeza…
Cumprimentos
Manuela Diaz-Bérrio
[Responder]
Karocha, sabe o que é “ódio ao rico”? As palavras do Pedro são o perfeito alibi. É o alvará da esquerda “moderna” que tabela tudo por igual. Se não leu Flaubert é idiota. Se não leu Bakunin uma reaccionária.
Enfim, meio caminho para criar O HOMEM.
A brincar a brincar os “niveladores” vão saindo do armário.
**Karocha, pessoalmente sou considerado no meio da malta do “prato cheio”. Conhece? Do “toca aqui”? Han?
[Responder]
Boas.
Aguentei estoicamente até ao tal minuto 8, depois deletei.
Não conhecia a moçoila, não vejo os canais generalistas portugueses.
Apreciada, conclúo que lhe sobeja modéstia.
Enfim, mais um boneco de plástico a juntar ao pinóquio.
O retrato do país.
Cumprimentos
[Responder]
Mancha negra
http://infamias-karocha.blogspot.com/
Cumprimentos
Manuela Diaz-Bérrio
[Responder]
O que deve ser frontalmente recriminado é o telelixo que nos entra em casa todos os dias e que alimentar a imaginação de milhares de jovens e que transforma putos mimados com a mania que são gente em grandes artistas de tv.
Por aqui se vê a estratégia do PS. Não foram buscar uma jovem que pela sua conduta e dedicação possa ser um exemplo para os outros. Foram buscar uma barbie com as pernas tortas que aparece muito nas revistas e que a “canalha” conhece muito bem e com quem se identifica.
Ainda não li aqui ninguém falar sobre as o opiniões de CP sobre politica.
[Responder]
Vá lá Pedro não fale de meninos mimados, não lhe fica bem
[Responder]
Estou de acordo com o Pedro Sales.
A menina, do alto da sua inconsciência consciente, é um nojo.
Não é só a ideia que incomoda, é o modo como se exprime: “e as graínhas das uvas, o que deve dar uma trabalheira”.
Para o caso pouco importa se a empregada tem o emprego, para entre outras coisas, tirar os caroços da fruta à menina. O que importa é a menina fazer gala disso, humilhando de caminho a empregada. Mais: o que releva não é a empregada ser ou não escrava; é o facto de a menina a ver como tal.
E se isso não é claro, então, bolas, as pessoas já não sabem o que é um módico de respeito pelo “outro”. Triste PS que escolhe esta figureta para mandatária da juventude.
[Responder]
Não é escravatura, a não ser eventualmente em sentido figurado. Mas que é tontice, é.
Quanto a ser opressão, tudo depende de um contexto que não conhecemos.
[Responder]
Daniel Oliveira Reply:
Agosto 15th, 2009 at 12:13
Os caminhos que cada debate leva…
Quem tem empregada/o não deixa de puxar o autocolismo por isso. Não achamos aceitável que alguém nos transporte às cavalitas, mesmo que receba salário por isso. Ou que nos vista de manhã estando nós no pleno das nossas capacidades físicas. Digamos que deixámos de achar natural que algumas coisas sejam feitas por outros, mesmo a troco de dinheiro. É uma questão de dignidade. Não só (ou especialmente) do outro, mas nossa. Há coisas que um adulto tem obrigação de fazer por si. Até uma criança. Cuspir as graínhas das uvas que come é uma delas. E isto, sem ser necessário qualquer debate, qualquer pessoa entende. A menina ou é mimada ou é idiota. De qualquer das formas, não é exemplo para ninguém e por isso não se percebe porque raio é mandatária de seja o que for.
Caro Daniel Oliveira
Questão de educação?
Eduquei dois filhos, trabalham, são independentes, um já está formado,o mais novo está a acabar para ir para a faculdade, tem opiniões inclusive politicas,conversam de tudo e não lhes passa sequer pela cabeça, pedir à mamanzinha que lhes descasque a fruta!
Mandatária de quê?
Cumprimentos
Manuela Diaz-Bérrio
[Responder]
E o Daniel Oliveira ainda não se pronunciou?
Eu só comentarei depois dele.
[Responder]
eu cá gosto de pessoas autosuficientes e que conseguem tirar os caroços à fruta ( credo , que trabalheira , de facto ! igual a mudar um pneu , só pode) . nem tem a ver com trabalho alheio , tem a ver com a preguiça da menina. a bem dizer , nem merece comer.
[Responder]
Daniel Oliveira: «Quem tem empregada/o não deixa de puxar o autocolismo por isso. Não achamos aceitável que alguém nos transporte às cavalitas, mesmo que receba salário por isso.»
Então? prefere não pagar salário? Ou, retribui com trabalhos na “fazenda”??
«Ou que nos vista de manhã estando nós no pleno das nossas capacidades físicas. Digamos que deixámos de achar natural que algumas coisas sejam feitas por outros, mesmo a troco de dinheiro. É uma questão de dignidade.»
Pois, no prisma do Daniel, ter dignidade é haver alguém que se “digne” a achar o que é digno ou não para os outros. O Daniel que é tão intrometido nas questões de dignidade e quer recuperar o virtuosismo Austríaco, devia de ter mais juízo e deixar trabalhar quem quer trabalhar. Só se submete quem quer.
De caroços passou para vestir. No meio admite que todos temos dignidade… mais palavras e acabava por tabelar a dignidade por aquilo que acha justo para si. E só para si.
Deixe mas é que os crescidinhos saibam o que é dignidade, e deixe lá a liberdade individual. Não pode passar uns minutos sem grasnar contra a liberdade??
[Responder]
Daniel Oliveira Reply:
Agosto 15th, 2009 at 20:09
Mancha Negra, eu estou a falar de senso comum. Abaixo disso tenho uma certa dificuldade em debater.
E Limpar as retretes (da GNR por exemplo) é do tempo da escravatura ou do séc. XXI?
A esquerda socialite e caviar fica escandalizada com o “mundo real” mas nem se lembram que as casas de banho que deixam vomitadas, depois de abusar no gin tónico, nos bares VIP que frequentam são limpas por alguém.
[Responder]
Afinal, fui ver o vídeo e parece-me que ela é uma boa mandatária.
Um pouco à frente do ponto onde diz gostar que lhe tirem os carocinhos da fruta, diz também que prefere fazer batota do que perder um jogo!
Então, está ou não está bem no PS socratino?
[Responder]
«Só se submete quem quer» (Mancha Negra).
Era bom, era. E até talvez seja verdade no mundo platónico dos neoliberais.
Cá por baixo, no mundo real, o mais frequente é submeter-se quem não tem outro remédio.
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Minhoto: limpar retretes é um trabalho perfeitamente digno, mesmo no século XXI. A minha empregada limpa o meu quarto de banho, incluindo a retrete. O que nunca me passaria pela cabeça seria deixar o autoclismo por puxar ou deixar de utilizar a escova no caso de ficarem vestígios no fundo da sanita. Seria uma falta de respeito por uma pessoa que trabalha para mim e que não perde o direito a que eu a respeite pelo facto de lhe pagar um salário.
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Nem gosto da menina e muito menos da esquerda mas acho impressionante o que se desenrola de uma frase tao inocente!! Eu vi a entrevista e quando ela disse aquilo só pensei: és mesmo mimada! não vislumbrei nada mais que isso, muito menos conotações políticas e de filosofia de vida! E não deve ser a única.. por ex. onde eu almoço nunca como laranja, a não ser quando é servida descascada às rodelas, não me apetece estar a sujar as mãos!! O Pedro Sales gosta de descascar laranjas num restaurante? A menina apenas reconheceu “sou tão preguiçosa que nem como fruta só por não a descascar ou descaroçar! A minha empregada que é uma querida é que me faz o favor de tirar os caroços e eu assim já posso comer!” Não percebo onde é que isto quer dizer que a menina assume que a empregada é escrava!! Aliás, a menina deve ser tão oca que nem tem capacidade para pensamentos tão rebuscados!!
Já agora Pedro, estamos curiosos: o senhor tem empregada ou limpa a sua casa? E tira a loiça da mesa e faz a sua cama ou é a empregada que tem de fazer estas tarefas? Estas já acha dignas de uma empregada?
Por acaso quando levou o seu menino ao Hospital sem motivo real tb não acha que estava a tratar os funcionarios como escravos, a querer que eles atendessem os seus caprichos qdo lhe apetece recorrer aos serviços e utilizá-los de forma inadequada? Mas quando foi confrontado com isso achou-se no seu direito e provavelmente achou que os funcionarios estão lá 24h é para o servir… OU NÃO ACHOU ????
Esta ideia fixa da escravatura acompanha-vos eternamente qual pesadelo que faz com que vejam escravatura em qualquer acção ou obrigação!! Não sabem o que são deveres, só conhecem direitos!
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Ana
“Empregadas” são nas lojas.
Em casa são criadas ou sopeiras!!!
Eu limpo a minha casa, faço jantar,lavo roupa etc e não me caem os parentes na lama.
No restaurante é diferente,ou não acha???
E quanto ao hospital, a mim mandaram-me ir à bruxa, e foi foram 5 no British,quando o meu rapaz foi de urgência para Santa Maria com uma Aura, ficou nas urgências horas a fio e, depois queriam fazer dele cobaia.
Já para não falar do meu falecido sogro e do filho que me mataram no Hospital de Cascais…
Não convém misturar tudo!
A menina mandatária está a ensinar o quê à juventude????
Bom domingo para si
Cumprimentos
Manuela Diaz-Bérrio
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Obrigado Pedro Sales,
A minha irmã nunca gostou de graínhas. A minha avó tirava-lhe as graínhas das uvas, a fruta de vários caroços e a espinha do peixe e a gordura dos bifes. Vou convencer a avó a processar a neta.
Abaixo a exploração das avós.
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correcção – os caroços de várias frutas, claro
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A moçoila é gira e é conhecida do povão, para o Sócrates é tudo o que é preciso! Com a bela merda de sistema em que vivemos acham que a rapaziada jovem ( a esmagadora maioria da qual é composta por atrasados mentais de vária índole) se interessaria por alguém com um discurso inteligente e escorreito? A Carolina serve perfeitamente, se o Teco funcionasse perceberia que até mesmo para ela “a questão da fruta” deveria ter ficado no segredo dos Deuses e da pobre senhora que a tem que aturar com essas exigências ridículas e de mau gosto, mas pronto,a serigaita pôs-se a jeito e agora só tem é que levar naquele focinhozito engraçadito que ela ostenta por tudo o que é revistinha da treta!!!
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Ninguém reparou no TGV de ontem à noite, programa apresentado pela menina, a quantidade de vezes que esta se referiu a viagens que já fez e ao APARTAMENTO QUE EU TENHO EM ALBUFEIRA? E isto foi durante os 15min que eu aguentei a ver aquela coisa de mau gosto… Bem nascida? Nova rica, devem querer dizer, que os bem nascidos sabem que a ostentação é do mais puro mau gosto!
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Karocha, não percebo a sua resposta, é completamente despropositada em relação ao meu comentário que não foi dirigido a si sequer…
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Ela lá sabe …
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62 Ana – 16 Ago 2009 às 13:47
Completamente de acordo. Curioso como um post pateta (mais um) do Pedro Sales gera 60 e tal comentários e é reciclado até à exaustão nesta ETAR avariada em que se tornou a blogosfera.
Isto está de fugir.
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Estes Daniel Oliveira e Pedro Sales muito preocupados com a dignidade de quem descaroça cerejas a troco de dinheiro são os mesmos que passam a vida a defender o direito das mulheres se prostituirem?
P.S. Eu tb acho que as mulheres têm todo o direito de se prostituirem, mas não me armo em Grande Defensor da Dignidade Humana qdo alguém aceita dinheiro para descaroçar cerejas.
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estou cansada de ler sobre fruta, é uma trabalheira
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ora….ainda é “piquenina” pois então! a propósito de bananas…”banana não tem caroço, mas filamento grosso que atrapalha a mastigação”
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A arte de bem descascar ou tirar o caroço exige alguma dedicação e muita prática. O que a menina quis dizer quando referiu que só comia cerejas se a empregada lhe tirasse o caroço foi tão só que ainda não se sente suficientemente habilitada a tão delicada operação. Talvez agora, com o patrocínio de tão elevado cidadão, ela adquira a tão desejada competência em descascadelas e tira-caroços. A juventude aprende depressa esta disciplina.
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pfig: «Eu tb acho que as mulheres têm todo o direito de se prostituirem, mas não me armo em Grande Defensor da Dignidade Humana»
pfig, não se apoquente, o camarada Daniel e o camarada Pedro, vigiam 24 horas sobre 24 horas todo o mundo que não tenha a dignidade suficiente.
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Na verdade nada me admira nesta escolha: para um primeiro ministro sem competência, uma mandatária da juventude- que não sabe o que são as dificuldades que os jovens de hoje enfrentam- parece-me do mais previsível de sempre…
Este PS está de rastos. Com o meu voto de JOVEM não contem!
Prefiro votar em branco do que num partido elitista e não socialista como deveria ser!
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Meu Deus!!!!! e isto meu Pais?
Voces nao querem que eu volto!!!
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Ai tanta inveja que vai por ai…
A Carolina é super simpática, não têm ataques de vedetismo crónico e vive sozinha desde os 18 anos e trabalha desde os 16, coisa que muitos comentadores nem sabem o que é, já que viveram à custa dos papás durante mt tempo.
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Excelente escolha para mandatária da juventude do PS. A tirada “prefiro fazer batota a perder” é deliciosa. Mediocre, fútil, de cabeça oca e com tiques de novo-riquismo, mas, concerteza, uma campeã em imagem e exposição social. Que mais se pode pedir?
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Falta de humildade, de inteligência e de valores, parecem ser requisitos obrigatórios, para o Sr. Engenheiro. Não temos melhores exemplos para a juventude deste país?
Para a conhecer um pouco melhor:
http://taniacorr.spaces.live.com/blog/cns!169825EC75992CA5!1104.entry
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Talvez não se trate, de facto, de escravatura, mas tem com certeza que ver com a dignidade do trabalho, coisa em desuso, porque actualmente tudo o que gere rendimento é de per si suficiente para se tornar justificavel.
Todos conhecemos aquelas frases “se estivesse no lugar dele faria o mesmo..”, “e então?? esperto é ele…”, que mais não fazem que conferir ao orador um caracter duvidoso, mas que o fazem identificar-se com a classe dominante. Ele não teve foi sorte…
Não é pois nada de novo, nem me espantaria que tivesse uma empregada para os atacadores, para pentear, etc.,etc.
Manda quem pode obedece quem deve!
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“Só se submete quem quer.”
Hhehehehe!!! O mancha negra não deve ter contas para pagar…Que sorte!!!!
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