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	<title>Comentários em: Não cumprir promessas já não é defeito, é feitio</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
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		<title>Por: ose Henriques</title>
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		<dc:creator>ose Henriques</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 22:49:50 +0000</pubDate>
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		<description>O que nasce torto tarde ou nunca se endireita!
Já a forma como foi conduzida a adesão pelo sr. dr. Mário Soares é totalmente contrária às opiniões que o mesmo manifesta sobre a participação democrática dos cidadãos na vida do país. Olha para o que eu digo e não para o que eu faço. O mesmo se passou com a opção pela moeda única. Esta Europa que tentam fazer crer que é nossa, sempre desde o início foi só deles. Porque é que haveria de ser diferente com José Sócrates? Promessas leva-as o vento, e com ele é sempre dia de ventania. Já faltou a tantas que mais uma não tem importância para o curriculum. Além do mais, tem sempre quem o justifique, mesmo os mais inesperados, como Manuel cada vez menos Alegre, com aquela história do &quot;ele queria, tinha vontade, eles é que não deixaram&quot;. Patético!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que nasce torto tarde ou nunca se endireita!<br />
Já a forma como foi conduzida a adesão pelo sr. dr. Mário Soares é totalmente contrária às opiniões que o mesmo manifesta sobre a participação democrática dos cidadãos na vida do país. Olha para o que eu digo e não para o que eu faço. O mesmo se passou com a opção pela moeda única. Esta Europa que tentam fazer crer que é nossa, sempre desde o início foi só deles. Porque é que haveria de ser diferente com José Sócrates? Promessas leva-as o vento, e com ele é sempre dia de ventania. Já faltou a tantas que mais uma não tem importância para o curriculum. Além do mais, tem sempre quem o justifique, mesmo os mais inesperados, como Manuel cada vez menos Alegre, com aquela história do &#8220;ele queria, tinha vontade, eles é que não deixaram&#8221;. Patético!</p>
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		<title>Por: Zé Bonito</title>
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		<dc:creator>Zé Bonito</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 17:18:33 +0000</pubDate>
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		<description>Penso que o mais terrivel desta situação, está no facto de já ninguém se espantar com quebras de promessas. No entanto, gostava de propor uma outra forma de reflectir sobre isto. Se é evidente que a entrada na &quot;Europa&quot; implicou uma certa quebra de soberania, ela introduziu novas exigências no modo de comunicar (pressionar) entre cidadãos e estruturas de poder. É hoje muito mais difícil a qualquer sector, fazer sentir o seu peso na adopção de políticas globais, muitas delas pura e simplesmente tomadas a nível europeu. Este problema, assume uma dimensão particularmente dramática em regiões deprimidas, em acelerado despovoamento, onde directivas europeias têm dificultado, já não digo o relançamento económico, mas pelo menos a permanência de formas elementares de sobrevivência económica. Perante isto, parece justificar-se que se pensem formas de gestão (local e nacional) menos de acordo com os princípios da democracia representativa (muito dominados pelos maiores partidos) e mais de acordo com o que vulgarmente chamamos de democracia directa. A nível local, a reduzida dimensão de muitas localidades, facilitaria a tarefa. A nível nacional, a introdução na Constituição da obrigatoriedade de referendar directivas europeias (a exemplo da Irlanda), podia ser uma ajuda. Fica o tema para reflexão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Penso que o mais terrivel desta situação, está no facto de já ninguém se espantar com quebras de promessas. No entanto, gostava de propor uma outra forma de reflectir sobre isto. Se é evidente que a entrada na &#8220;Europa&#8221; implicou uma certa quebra de soberania, ela introduziu novas exigências no modo de comunicar (pressionar) entre cidadãos e estruturas de poder. É hoje muito mais difícil a qualquer sector, fazer sentir o seu peso na adopção de políticas globais, muitas delas pura e simplesmente tomadas a nível europeu. Este problema, assume uma dimensão particularmente dramática em regiões deprimidas, em acelerado despovoamento, onde directivas europeias têm dificultado, já não digo o relançamento económico, mas pelo menos a permanência de formas elementares de sobrevivência económica. Perante isto, parece justificar-se que se pensem formas de gestão (local e nacional) menos de acordo com os princípios da democracia representativa (muito dominados pelos maiores partidos) e mais de acordo com o que vulgarmente chamamos de democracia directa. A nível local, a reduzida dimensão de muitas localidades, facilitaria a tarefa. A nível nacional, a introdução na Constituição da obrigatoriedade de referendar directivas europeias (a exemplo da Irlanda), podia ser uma ajuda. Fica o tema para reflexão.</p>
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		<title>Por: Fastio</title>
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		<dc:creator>Fastio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 17:08:55 +0000</pubDate>
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		<description>Já agora também podem voltar acima e reler o que escreveu Margarida Cardoso, e já agora comentar...

Mas é muito mais fácil pra todos nós vociferar, não é?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora também podem voltar acima e reler o que escreveu Margarida Cardoso, e já agora comentar&#8230;</p>
<p>Mas é muito mais fácil pra todos nós vociferar, não é?</p>
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		<title>Por: RG Crespo</title>
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		<dc:creator>RG Crespo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 16:41:27 +0000</pubDate>
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		<description>V Canas afirmou que o referendo não deve ser convocado, porque constituiria uma pressão noutras países para a realização do mesmo  podendo levar à rejeição do tratado.
Provavelmente não terá percebido o ridículo da afirmação. Desejo apenas que tenha tido um laivo de tristeza, ao pôr em causa o compromisso fundamental aproximar o povo das decisões políticas, alegadamente para ajudar a questões internas do Reino Unido.

Eu aceito que o tratado seja rectificado na AR, para não impedir a UE de avançar. No referendo sobre o tratado discutir-se-ia tudo, menos o próprio tratado! O tratado é o compromisso possível, dadas as diferenças inevitáveis entre os 27.
Mas defendo em simultâneo a realização de um referendo sobre a continuação de Portugal, ou não, na UE. Aí, sim, o povo decide o futuro e assume as consequências da sua decisão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>V Canas afirmou que o referendo não deve ser convocado, porque constituiria uma pressão noutras países para a realização do mesmo  podendo levar à rejeição do tratado.<br />
Provavelmente não terá percebido o ridículo da afirmação. Desejo apenas que tenha tido um laivo de tristeza, ao pôr em causa o compromisso fundamental aproximar o povo das decisões políticas, alegadamente para ajudar a questões internas do Reino Unido.</p>
<p>Eu aceito que o tratado seja rectificado na AR, para não impedir a UE de avançar. No referendo sobre o tratado discutir-se-ia tudo, menos o próprio tratado! O tratado é o compromisso possível, dadas as diferenças inevitáveis entre os 27.<br />
Mas defendo em simultâneo a realização de um referendo sobre a continuação de Portugal, ou não, na UE. Aí, sim, o povo decide o futuro e assume as consequências da sua decisão.</p>
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		<title>Por: A. G.</title>
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		<dc:creator>A. G.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 16:14:14 +0000</pubDate>
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		<description>Como muito diz, isto já é rotina. Critique-se o Sócrtes quando cumprir uma promessa. Tem mais impacto é, certamente será mais mediático.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como muito diz, isto já é rotina. Critique-se o Sócrtes quando cumprir uma promessa. Tem mais impacto é, certamente será mais mediático.</p>
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		<title>Por: João Costa</title>
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		<dc:creator>João Costa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 15:11:39 +0000</pubDate>
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		<description>1º É patético o exercício que José Socrates tem vindo a fazer para justificar o injustificável. Não cumpriu mais uma promessa e ponto final.

2º Foi uma tremenda estupidez a promessa feita quanto ao referendo, já que todos sabemos que nunca seria vinculativo, além de ser ininteligível para 99,99% dos portugueses. É evidente que a AR é o local próprio para tratar este assunto. Vir dizer que era uma oportunidade de os portugueses se poderem pronunciar sobre a construção europeia é quase tão desonesto como foi a cambalhota dada por Socrates.

José Socrates deveria então cumprir a promessa? A minha resposta é: NIM.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1º É patético o exercício que José Socrates tem vindo a fazer para justificar o injustificável. Não cumpriu mais uma promessa e ponto final.</p>
<p>2º Foi uma tremenda estupidez a promessa feita quanto ao referendo, já que todos sabemos que nunca seria vinculativo, além de ser ininteligível para 99,99% dos portugueses. É evidente que a AR é o local próprio para tratar este assunto. Vir dizer que era uma oportunidade de os portugueses se poderem pronunciar sobre a construção europeia é quase tão desonesto como foi a cambalhota dada por Socrates.</p>
<p>José Socrates deveria então cumprir a promessa? A minha resposta é: NIM.</p>
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	<item>
		<title>Por: Stran</title>
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		<dc:creator>Stran</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 15:07:12 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Daniel,

O que é que os defensores do referendo estão à espera para esclarecerem o público em geral deste referendo?

Ou são apologistas que numa decisão tão importante se decida sem o mínimo de informação?

Julgo que o JS está a conduzir muito mal esta questão, mas ainda não vi ninguém justificar com racionalidade que este tratado é identico ao anterior para afirmar que JS está a fugir a uma promessa. Assim como também o JS também deveria de ter justificado em que medida este tratado é diferente do anterior para assim poder justificar a sua tomada de decisão. Como sempre ambos os lados põem o carro à frente dos bois, mas isso é algo que já habitual pois isso é Portugal!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Daniel,</p>
<p>O que é que os defensores do referendo estão à espera para esclarecerem o público em geral deste referendo?</p>
<p>Ou são apologistas que numa decisão tão importante se decida sem o mínimo de informação?</p>
<p>Julgo que o JS está a conduzir muito mal esta questão, mas ainda não vi ninguém justificar com racionalidade que este tratado é identico ao anterior para afirmar que JS está a fugir a uma promessa. Assim como também o JS também deveria de ter justificado em que medida este tratado é diferente do anterior para assim poder justificar a sua tomada de decisão. Como sempre ambos os lados põem o carro à frente dos bois, mas isso é algo que já habitual pois isso é Portugal!</p>
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	<item>
		<title>Por: Planetas</title>
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		<dc:creator>Planetas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 15:01:01 +0000</pubDate>
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		<description>RATIFICAÇÃO PARLAMENTAR

&quot;WHAT ELSE?&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>RATIFICAÇÃO PARLAMENTAR</p>
<p>&#8220;WHAT ELSE?&#8221;</p>
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	<item>
		<title>Por: António Mota</title>
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		<dc:creator>António Mota</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 13:43:49 +0000</pubDate>
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		<description>Não faltava mais nada!
A maralha, já não contente com o direito de pronunciar-se, de quatro em quatro ano sobre os &quot;inteligentes&quot; que os irão governar, ainda querem pronunciar-se sobre um Tratado que obviamente está feito para ser tratado por pessoas inteligentes. Como disse sobre o assunto um professor de Coimbra (não!... não é esse que estão a pensar... é um professor actual. O tempo não passa naquela Universidade...) a  pergunta a fazer no referendo, não estaria ao alcance da fraca inteligência da maralha.
Eu penso, depois de ouvir e ler tão doutas opiniões sobre o discernimento do pessoal, se será prudente e avisado permitir que o pessoal continue a votar no generoso pacote de eleições em que o pode fazer (autárquicas, presidenciais e legislativas). Portanto a minha sugestão é que se passe ao voto vitalício. Passo a explicar: Cada cidadão tinha o direito de se pronunciar uma vez durante a sua vida através do voto, para cada uma das três eleições (democracia a quanto obrigas?) que fazem parte do pacote disponível. E depois, nas próximas eleições dá lugar a outros confusos votantes que estarão na sua vez de praticar o acto único de votar.
Espero que o senhor primeiro-ministro aproveite a sugestão: voto único, impostos múltiplos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não faltava mais nada!<br />
A maralha, já não contente com o direito de pronunciar-se, de quatro em quatro ano sobre os &#8220;inteligentes&#8221; que os irão governar, ainda querem pronunciar-se sobre um Tratado que obviamente está feito para ser tratado por pessoas inteligentes. Como disse sobre o assunto um professor de Coimbra (não!&#8230; não é esse que estão a pensar&#8230; é um professor actual. O tempo não passa naquela Universidade&#8230;) a  pergunta a fazer no referendo, não estaria ao alcance da fraca inteligência da maralha.<br />
Eu penso, depois de ouvir e ler tão doutas opiniões sobre o discernimento do pessoal, se será prudente e avisado permitir que o pessoal continue a votar no generoso pacote de eleições em que o pode fazer (autárquicas, presidenciais e legislativas). Portanto a minha sugestão é que se passe ao voto vitalício. Passo a explicar: Cada cidadão tinha o direito de se pronunciar uma vez durante a sua vida através do voto, para cada uma das três eleições (democracia a quanto obrigas?) que fazem parte do pacote disponível. E depois, nas próximas eleições dá lugar a outros confusos votantes que estarão na sua vez de praticar o acto único de votar.<br />
Espero que o senhor primeiro-ministro aproveite a sugestão: voto único, impostos múltiplos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A luta continua!</title>
		<link>http://arrastao.org/uniao-europeia/nao-cumprir-promessas-ja-nao-e-defeito-e-feitio/comment-page-1/#comment-24232</link>
		<dc:creator>A luta continua!</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 12:43:07 +0000</pubDate>
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		<description>Este tipo (e sus muchachos) candidata-se a ser a pessoa mais odiada deste país...Bem, pelo menos tem-se esforçado e excedido todas as expectativas..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este tipo (e sus muchachos) candidata-se a ser a pessoa mais odiada deste país&#8230;Bem, pelo menos tem-se esforçado e excedido todas as expectativas..</p>
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