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	<title>Comentários em: Afinal, uma boa notícia</title>
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	<description>Os suspeitos do costume</description>
	<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 06:10:38 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Planetas</title>
		<link>http://arrastao.org/venezuela/boa-noticia-2/#comment-21832</link>
		<dc:creator>Planetas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 17:56:46 +0000</pubDate>
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		<description>Lamento o comentário tardio, mas não podia deixar passar esta perola do sr. Chavez
05-12-2007 &#124; 12:53 pm

"celebren su victoria de mierda, que nosotros nos quedamos con nuestra derrota reivindicativa".

Aqui esta o preludio de uma reconciliação Venezuelana!!

http://www.descifrado.com/index.php?id=9&#38;no_cache=1&#38;showUid=25168</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lamento o comentário tardio, mas não podia deixar passar esta perola do sr. Chavez<br />
05-12-2007 | 12:53 pm</p>
<p>&#8220;celebren su victoria de mierda, que nosotros nos quedamos con nuestra derrota reivindicativa&#8221;.</p>
<p>Aqui esta o preludio de uma reconciliação Venezuelana!!</p>
<p><a href="http://www.descifrado.com/index.php?id=9&amp;no_cache=1&amp;showUid=25168" rel="nofollow">http://www.descifrado.com/index.php?id=9&amp;no_cache=1&amp;showUid=25168</a></p>
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		<title>Por: A.Silva</title>
		<link>http://arrastao.org/venezuela/boa-noticia-2/#comment-21831</link>
		<dc:creator>A.Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 14:00:10 +0000</pubDate>
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		<description>Até este momento nada vi que me fizesse pensar que o regime politico da Venezuela não é uma democracia.Desde a aceitação da derrota pelo Presidente até as manisfestações de rua pela oposição,e ao que sabemos não houve confrontos nem desacatos,tudo o que vi foi a democracia a funcionar.Se na Venezuela se tivesse passado metade do que se passou nas eleições na Russia,o clamor seria enorme de todas as democracias europeias e tambem dos EUA.Mas os dirigentes democratas são todos amigos mas há sempre uns que são mais amigos do que os outros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Até este momento nada vi que me fizesse pensar que o regime politico da Venezuela não é uma democracia.Desde a aceitação da derrota pelo Presidente até as manisfestações de rua pela oposição,e ao que sabemos não houve confrontos nem desacatos,tudo o que vi foi a democracia a funcionar.Se na Venezuela se tivesse passado metade do que se passou nas eleições na Russia,o clamor seria enorme de todas as democracias europeias e tambem dos EUA.Mas os dirigentes democratas são todos amigos mas há sempre uns que são mais amigos do que os outros</p>
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		<title>Por: Luis</title>
		<link>http://arrastao.org/venezuela/boa-noticia-2/#comment-21830</link>
		<dc:creator>Luis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 07:55:39 +0000</pubDate>
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		<description>3 DE DEZEMBRO DE 2007 - 20h42
Referendo: conservadores comemoram vitória com cautela

Dentro e fora da Venezuela, diversas forças conservadoras festejaram os resultados do referendo deste domingo (2). "A Comissão Européia e os Estados Unidos mostraram satisfação", informa a CBN. "Igreja Católica comemora derrota de Chávez", destaca a agência Ansa. Em um comunicado, a sempre retrógrada Repórteres Sem Fronteiras (RSF) tratou logo de congratular a oposição.

Por André Cintra



Por ligeira maioria de votos, os venezuelanos rejeitaram, nas urnas, os 69 artigos da reforma da Constituição proposta pelo presidente Hugo Chávez. Os artigos mais ousados fortaleciam o poder popular, proibiam o monopólio e o latifúndio, reduziam a jornada de trabalho e asseguravam a Previdência a todos os venezuelanos, inclusive aos trabalhadores informais. Se aprovada, a proposta seria um golpe no coração nas elites venezuelanas - que reagiram de forma raivosa.

A união dos conservadores pelo "não" talvez só tenha sido inferior à de abril de 2002, quando um golpe liderado por setores militares - com apoio das elites do país, da Igreja Católica, da Casa Branca e da CIA - derrubou Chávez do poder. Na precipitada comemoração, houve cenas constrangedoras, como bispos abraçando militares efusivamente no Palácio de Miraflores. A investida, como se sabe, foi um fiasco: provocou uma grande reação popular e caiu de podre após dois dias.

Tensão continua

Certamente um filme do fracassado golpe de 2002 passou agora por essas cabeças retrógradas, que nem pensam em associar o resultado do referendo ao fim da era Chávez. O próprio presidente, embora tenha admitido a derrota, recomendou à oposição que "administre bem" o resultado de domingo.

As forças oposicionistas não constituem um grupo homogêneo, de interesses iguais. Mas a estratégia de Chávez - votar 69 artigos em apenas dois em dois blocos, sem enaltecer os objetivos sociais mais avançados - ajudou as tropas do "não". Antes do referendo, elas souberam "esconder" os trunfos da avançada proposta chavista, dando destaque a pontos menos relevantes e à proposta de reeleição indefinida. É o caso da ingerência religiosa. Conforme lembra a Ansa, a "Igreja Católica teve um papel ativo durante a campanha do referendo e pediu formalmente às pessoas que recusassem a proposta, juntando-se à oposição".

Para piorar, na reta final do referendo, Chávez monopolizou as atenções na mídia mais pelo entrave com o rei espanhol e com eventuais ameaças de retaliação. Sem contar uma abstenção que superou 44% do eleitorado (7,2 milhões). O "sim" teve no domingo cerca de 3 milhões de votos a menos que Chávez nas eleições presidenciais do ano passado, enquanto a oposição cresceu 300 mil.

Temor do futuro

O Miami Herald Tribune, um dos mais reacionários jornais americanos, ecoou a reação da Casa Branca: "A administração Bush considerou como uma vitória para a democracia a estranha derrota eleitoral do presidente venezuelano, Hugo Chávez, seu mais enérgico inimigo na América Latina". Já o Los Angeles Times falou em "derrota eleitoral horrível para o homem forte, sua primeira em nove anos no cargo".

Após a vitória do "não", o bispo Roberto Luckert acusou Chávez de "confrontação" e "beligerância". Mas ele mesmo partiu para a provocação ao bradar que o presidente não aceitará a derrota. Mirando os próximos embates eleitorais, Luckert esqueceu de vez que a Venezuela é um Estado laico e fez um apelo à oposição: "Deixe de besteira pensando quem vai ser o candidato. O que tem a maioria é o que tem que ir (à disputa), e todo mundo deve levar esse candidato ao governo ou à prefeitura."

Nenhum jornal ou especialista, porém, pode especular com precisão o futuro do governo Chávez, que vai até 2012. Lembrando 2002, a onda conservadora é muito mais contida, mesmo tendo atraído setores da classe média e, sobretudo, do movimento estudantil. Um dos novos líderes oposicionista, não por acaso, é Ricardo Sánchez, presidente da Federação de Centros Estudantis da Universidade Central de Venezuela.

Sánchez não repete euforia de cinco anos atrás. Seu discurso sobre "reconciliação" contém termos como "atitude ponderada, em términos de inclusão, de reconhecer erros e de capacidade de perdão". A oposição a Chávez parece ganhar mais força onde o discurso soa menos pretensioso - na aparência.
http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=29273</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>3 DE DEZEMBRO DE 2007 - 20h42<br />
Referendo: conservadores comemoram vitória com cautela</p>
<p>Dentro e fora da Venezuela, diversas forças conservadoras festejaram os resultados do referendo deste domingo (2). &#8220;A Comissão Européia e os Estados Unidos mostraram satisfação&#8221;, informa a CBN. &#8220;Igreja Católica comemora derrota de Chávez&#8221;, destaca a agência Ansa. Em um comunicado, a sempre retrógrada Repórteres Sem Fronteiras (RSF) tratou logo de congratular a oposição.</p>
<p>Por André Cintra</p>
<p>Por ligeira maioria de votos, os venezuelanos rejeitaram, nas urnas, os 69 artigos da reforma da Constituição proposta pelo presidente Hugo Chávez. Os artigos mais ousados fortaleciam o poder popular, proibiam o monopólio e o latifúndio, reduziam a jornada de trabalho e asseguravam a Previdência a todos os venezuelanos, inclusive aos trabalhadores informais. Se aprovada, a proposta seria um golpe no coração nas elites venezuelanas - que reagiram de forma raivosa.</p>
<p>A união dos conservadores pelo &#8220;não&#8221; talvez só tenha sido inferior à de abril de 2002, quando um golpe liderado por setores militares - com apoio das elites do país, da Igreja Católica, da Casa Branca e da CIA - derrubou Chávez do poder. Na precipitada comemoração, houve cenas constrangedoras, como bispos abraçando militares efusivamente no Palácio de Miraflores. A investida, como se sabe, foi um fiasco: provocou uma grande reação popular e caiu de podre após dois dias.</p>
<p>Tensão continua</p>
<p>Certamente um filme do fracassado golpe de 2002 passou agora por essas cabeças retrógradas, que nem pensam em associar o resultado do referendo ao fim da era Chávez. O próprio presidente, embora tenha admitido a derrota, recomendou à oposição que &#8220;administre bem&#8221; o resultado de domingo.</p>
<p>As forças oposicionistas não constituem um grupo homogêneo, de interesses iguais. Mas a estratégia de Chávez - votar 69 artigos em apenas dois em dois blocos, sem enaltecer os objetivos sociais mais avançados - ajudou as tropas do &#8220;não&#8221;. Antes do referendo, elas souberam &#8220;esconder&#8221; os trunfos da avançada proposta chavista, dando destaque a pontos menos relevantes e à proposta de reeleição indefinida. É o caso da ingerência religiosa. Conforme lembra a Ansa, a &#8220;Igreja Católica teve um papel ativo durante a campanha do referendo e pediu formalmente às pessoas que recusassem a proposta, juntando-se à oposição&#8221;.</p>
<p>Para piorar, na reta final do referendo, Chávez monopolizou as atenções na mídia mais pelo entrave com o rei espanhol e com eventuais ameaças de retaliação. Sem contar uma abstenção que superou 44% do eleitorado (7,2 milhões). O &#8220;sim&#8221; teve no domingo cerca de 3 milhões de votos a menos que Chávez nas eleições presidenciais do ano passado, enquanto a oposição cresceu 300 mil.</p>
<p>Temor do futuro</p>
<p>O Miami Herald Tribune, um dos mais reacionários jornais americanos, ecoou a reação da Casa Branca: &#8220;A administração Bush considerou como uma vitória para a democracia a estranha derrota eleitoral do presidente venezuelano, Hugo Chávez, seu mais enérgico inimigo na América Latina&#8221;. Já o Los Angeles Times falou em &#8220;derrota eleitoral horrível para o homem forte, sua primeira em nove anos no cargo&#8221;.</p>
<p>Após a vitória do &#8220;não&#8221;, o bispo Roberto Luckert acusou Chávez de &#8220;confrontação&#8221; e &#8220;beligerância&#8221;. Mas ele mesmo partiu para a provocação ao bradar que o presidente não aceitará a derrota. Mirando os próximos embates eleitorais, Luckert esqueceu de vez que a Venezuela é um Estado laico e fez um apelo à oposição: &#8220;Deixe de besteira pensando quem vai ser o candidato. O que tem a maioria é o que tem que ir (à disputa), e todo mundo deve levar esse candidato ao governo ou à prefeitura.&#8221;</p>
<p>Nenhum jornal ou especialista, porém, pode especular com precisão o futuro do governo Chávez, que vai até 2012. Lembrando 2002, a onda conservadora é muito mais contida, mesmo tendo atraído setores da classe média e, sobretudo, do movimento estudantil. Um dos novos líderes oposicionista, não por acaso, é Ricardo Sánchez, presidente da Federação de Centros Estudantis da Universidade Central de Venezuela.</p>
<p>Sánchez não repete euforia de cinco anos atrás. Seu discurso sobre &#8220;reconciliação&#8221; contém termos como &#8220;atitude ponderada, em términos de inclusão, de reconhecer erros e de capacidade de perdão&#8221;. A oposição a Chávez parece ganhar mais força onde o discurso soa menos pretensioso - na aparência.<br />
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	<item>
		<title>Por: Jam</title>
		<link>http://arrastao.org/venezuela/boa-noticia-2/#comment-21829</link>
		<dc:creator>Jam</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 01:25:37 +0000</pubDate>
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		<description>Não sei bem quanto é que era necessário para aprovar uma alteração constitucional (geralmente nunca é 50%, mas lá, não sei como é).

Disse não. É verdade. Mas só 51% é que disseram não. E nisso o Chavez tem razão. Perdeu esta batalha. Mas 51%? A "guerra" ainda vai durar...

Só acho exagerado todo o champagne já aberto...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei bem quanto é que era necessário para aprovar uma alteração constitucional (geralmente nunca é 50%, mas lá, não sei como é).</p>
<p>Disse não. É verdade. Mas só 51% é que disseram não. E nisso o Chavez tem razão. Perdeu esta batalha. Mas 51%? A &#8220;guerra&#8221; ainda vai durar&#8230;</p>
<p>Só acho exagerado todo o champagne já aberto&#8230;</p>
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		<title>Por: MdC</title>
		<link>http://arrastao.org/venezuela/boa-noticia-2/#comment-21827</link>
		<dc:creator>MdC</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 00:41:35 +0000</pubDate>
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		<description>A Venezuela é um  bom exemplo do que para a direita significa democracia; não é o direito do povo a escolher o seu futuro livremente, mas sim só, a possibilidade deste acatar as regras a que essa direita decidiu chamar democracia, como o "enganado" Barroso diz, é tão democrático fazer aprovar uma constituição por referendo ou no parlamento.

Estes acontecimentos demonstram toda a falta de cultura democrática da direita, o recurso à mentira, ao insulto, ao medo, à ameaça, à provocação, à sempre bem aventurada igreja católica.

Por outro lado, a história deste referendo também registará o comportamento da social democracia, por mais de esquerda que seja como é o caso do Daniel Oliveira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Venezuela é um  bom exemplo do que para a direita significa democracia; não é o direito do povo a escolher o seu futuro livremente, mas sim só, a possibilidade deste acatar as regras a que essa direita decidiu chamar democracia, como o &#8220;enganado&#8221; Barroso diz, é tão democrático fazer aprovar uma constituição por referendo ou no parlamento.</p>
<p>Estes acontecimentos demonstram toda a falta de cultura democrática da direita, o recurso à mentira, ao insulto, ao medo, à ameaça, à provocação, à sempre bem aventurada igreja católica.</p>
<p>Por outro lado, a história deste referendo também registará o comportamento da social democracia, por mais de esquerda que seja como é o caso do Daniel Oliveira.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luis</title>
		<link>http://arrastao.org/venezuela/boa-noticia-2/#comment-21828</link>
		<dc:creator>Luis</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 23:38:59 +0000</pubDate>
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		<description>Há dois anos diziam isto:

Comunicação ao País sobre o referendo francês ao Tratado Constitucional europeu

2005-05-29

O povo francês, no exercício da sua soberania, votou não. Tal resultado será naturalmente respeitado pelo povo francês, mas deve ser tido em conta pelos outros 24 membros da União Europeia, tanto mais que a diferença entre o não e o sim foi bastante expressiva. O não poderá ter resultado de problemas internos franceses, mas põe também problemas a todos os europeus.
O não francês suscita um obstáculo no processo de ratificação do projecto deste tratado, mas não abre uma crise na União Europeia e, muito menos, no projecto europeu - um projecto de paz, democracia e unidade no nosso Velho Continente, do qual a França faz parte e continuará a fazer parte.
A pergunta que todos os povos da Europa e também os respectivos governos fazem a si próprios, neste momento, é esta: que fazer agora com este não?
Uma coisa temos como certa: não há que desistir da Europa Unida, nem do projecto europeu. E quanto ao tratado em vias de ratificação? Pára tudo aqui, ou continua tudo como previsto nos restantes países?
A recusa francesa não impede, no plano jurídico, a ratificação do Tratado pelos outros países. No plano político, porém, as coisas são mais complexas e merecem uma serena meditação em toda a Europa.
A posição de Portugal – repetidamente expressa por diferentes órgãos de soberania tem sido sempre a de que devemos continuar com o nosso próprio processo e, portanto, devemos realizar o nosso referendo europeu.
Mas o não francês é um problema sério. Obriga a reflexão.
Faremos uma reflexão em Portugal. Mas é preciso fazê-la também em Bruxelas. Pensamos que o mais cedo possível (logo a seguir ao referendo da Holanda) deverá reunir o órgão próprio em Bruxelas a fim de debater com profundidade o rumo a seguir pela Europa – tão atractiva para os que estão de fora, mas, pelos vistos, tão atravessada por dúvidas e angústias para os que estão dentro. Portugal insistirá na necessidade desta reflexão.
A terminar, uma coisa pode o Governo assegurar a todos os Portugueses: nada será feito sem a vontade dos Portugueses, ou contra a vontade dos Portugueses, na escolha do modelo europeu do futuro.
Portugal ganhou muito nestes últimos vinte anos com a sua entrada na Europa Unida: os Portugueses dirão se querem uma Europa política e social, forte no contexto das nações, ou uma simples Europa económica e financeira, propícia ao comércio e aos negócios.
O debate começa hoje.
http://www.pcm.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MNE/Comunicacao/Intervencoes/20050529_MENE_Int_Referendo_Franca.htm

E agora vão todos assinar, já no dia 13. Os democratas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há dois anos diziam isto:</p>
<p>Comunicação ao País sobre o referendo francês ao Tratado Constitucional europeu</p>
<p>2005-05-29</p>
<p>O povo francês, no exercício da sua soberania, votou não. Tal resultado será naturalmente respeitado pelo povo francês, mas deve ser tido em conta pelos outros 24 membros da União Europeia, tanto mais que a diferença entre o não e o sim foi bastante expressiva. O não poderá ter resultado de problemas internos franceses, mas põe também problemas a todos os europeus.<br />
O não francês suscita um obstáculo no processo de ratificação do projecto deste tratado, mas não abre uma crise na União Europeia e, muito menos, no projecto europeu - um projecto de paz, democracia e unidade no nosso Velho Continente, do qual a França faz parte e continuará a fazer parte.<br />
A pergunta que todos os povos da Europa e também os respectivos governos fazem a si próprios, neste momento, é esta: que fazer agora com este não?<br />
Uma coisa temos como certa: não há que desistir da Europa Unida, nem do projecto europeu. E quanto ao tratado em vias de ratificação? Pára tudo aqui, ou continua tudo como previsto nos restantes países?<br />
A recusa francesa não impede, no plano jurídico, a ratificação do Tratado pelos outros países. No plano político, porém, as coisas são mais complexas e merecem uma serena meditação em toda a Europa.<br />
A posição de Portugal – repetidamente expressa por diferentes órgãos de soberania tem sido sempre a de que devemos continuar com o nosso próprio processo e, portanto, devemos realizar o nosso referendo europeu.<br />
Mas o não francês é um problema sério. Obriga a reflexão.<br />
Faremos uma reflexão em Portugal. Mas é preciso fazê-la também em Bruxelas. Pensamos que o mais cedo possível (logo a seguir ao referendo da Holanda) deverá reunir o órgão próprio em Bruxelas a fim de debater com profundidade o rumo a seguir pela Europa – tão atractiva para os que estão de fora, mas, pelos vistos, tão atravessada por dúvidas e angústias para os que estão dentro. Portugal insistirá na necessidade desta reflexão.<br />
A terminar, uma coisa pode o Governo assegurar a todos os Portugueses: nada será feito sem a vontade dos Portugueses, ou contra a vontade dos Portugueses, na escolha do modelo europeu do futuro.<br />
Portugal ganhou muito nestes últimos vinte anos com a sua entrada na Europa Unida: os Portugueses dirão se querem uma Europa política e social, forte no contexto das nações, ou uma simples Europa económica e financeira, propícia ao comércio e aos negócios.<br />
O debate começa hoje.<br />
<a href="http://www.pcm.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MNE/Comunicacao/Intervencoes/20050529_MENE_Int_Referendo_Franca.htm" rel="nofollow">http://www.pcm.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MNE/Comunicacao/Intervencoes/20050529_MENE_Int_Referendo_Franca.htm</a></p>
<p>E agora vão todos assinar, já no dia 13. Os democratas.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luis</title>
		<link>http://arrastao.org/venezuela/boa-noticia-2/#comment-21826</link>
		<dc:creator>Luis</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 22:12:22 +0000</pubDate>
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		<description>E em 2005 quer a França quer a Holanda tinham, por referendo, derrotado esses mesmíssimo tratado...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E em 2005 quer a França quer a Holanda tinham, por referendo, derrotado esses mesmíssimo tratado&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Pedro Rodrigues</title>
		<link>http://arrastao.org/venezuela/boa-noticia-2/#comment-21825</link>
		<dc:creator>Pedro Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 19:45:46 +0000</pubDate>
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		<description>Peço desculpa pelo erro. Vai ser referendada pela Irlanda que é uma imposição constitucional.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Peço desculpa pelo erro. Vai ser referendada pela Irlanda que é uma imposição constitucional.</p>
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	<item>
		<title>Por: Pedro Rodrigues</title>
		<link>http://arrastao.org/venezuela/boa-noticia-2/#comment-21824</link>
		<dc:creator>Pedro Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 19:44:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrastao.org/venezuela/pior-era-impossivel-2/#comment-21824</guid>
		<description>Vencedores e vencidos. Se a abordagem fôr feita do ponto de vista politico interno, chavéz é derrotado. Sem dúvida. Já paradoxalmente se a abordagem fôr feita do ponto de vista dos detractores do regime, leia-se as democracias ocidentais, chavéz é um vencedor pois todos estão a engolir em seco o dinamismo e a maturidade democrática demonstrada pelo "ditador" (até dá para rir) e pelo povo venezuelano.
Apenas de sublinhar que todos estes regimes democráticos estão a aprovar nas costas de mais de 200 milhões de pessoas um tratado que não vai ser referendado por ninguém.
 Para lembrar um clip publicitário. HÁ COISAS CURIOSAS NÃO HÁ</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vencedores e vencidos. Se a abordagem fôr feita do ponto de vista politico interno, chavéz é derrotado. Sem dúvida. Já paradoxalmente se a abordagem fôr feita do ponto de vista dos detractores do regime, leia-se as democracias ocidentais, chavéz é um vencedor pois todos estão a engolir em seco o dinamismo e a maturidade democrática demonstrada pelo &#8220;ditador&#8221; (até dá para rir) e pelo povo venezuelano.<br />
Apenas de sublinhar que todos estes regimes democráticos estão a aprovar nas costas de mais de 200 milhões de pessoas um tratado que não vai ser referendado por ninguém.<br />
 Para lembrar um clip publicitário. HÁ COISAS CURIOSAS NÃO HÁ</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: António P.</title>
		<link>http://arrastao.org/venezuela/boa-noticia-2/#comment-21823</link>
		<dc:creator>António P.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 19:14:17 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel,
"Touché".As minhas desculpas.
Mas terá que reconhecer que as percepções criadas em terceiros acabam muitas das vezes ( a maioria ?) por determinar quase tudo.
Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel,<br />
&#8220;Touché&#8221;.As minhas desculpas.<br />
Mas terá que reconhecer que as percepções criadas em terceiros acabam muitas das vezes ( a maioria ?) por determinar quase tudo.<br />
Cumprimentos</p>
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