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Podem os países europeus encherem-se de brio e criarem cargos supranacionais com nomes pomposos. Quando chega a hora da verdade os líderes nacionais preferem escolher gente que não lhes faça sombra. Foi assim com Barroso, assim voltou a ser com Herman Van Rompuy (presidente permanente do Conselho Europeu) e Catherine Ashton (Alta Representante para a Política Externa). Quem? Pois!


23 respostas ao post “As insignificâncias”  

  1. 1 1  jpt

    e será sempre assim até que sejamos nós, eleitores, a escolher esses senhores. Obviamente, isso conferir-lhes-ia uma força política inaceitável para os restantes líderes europeus. Depois não se queixem da europa ser “um gigante económico mas um anão político”.

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  2. 2 2  Vicente de Lisboa

    Até concordo com esse parágrafo, mas tenho de perguntar: Se o Conselho tivesse nomeado um tipo de peso para Presidente ou Alto Representante, o Daniel não estaria agora a escrever sobre o “Directório” e o “Deficit Democrático para tanto poder”?

    E já agora, o Van Rompuy passou as ultimas semanas na spotlight das noticias & opinião relacionadas com a UE, só é desconhecido para quem não se interessa.

    Quanto à Ashton, resulta da parvoíce das quotas, em versão oficiosa. Que eu saiba isso é bem visto entre os “progressistas”, ou não?

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    Daniel Oliveira Reply:

    Vicente, lembro-me de várias mulheres bem melhores. As quotas têm as costas largas.

  3. 3 3  fado alexandrino

    Vicente, lembro-me de várias mulheres bem melhores

    Eu também.
    Por exemplo a Edite Estrela.

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  4. 4 4  Daniel Oliveira

    Jorge, não são figuras do Star Sistem, são pessoas com peso político. É um pouco diferente.

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  5. 5 5  Daniel Oliveira

    António Cunha, queria pessoas com peso político que unissem de alguma forma os europeus. Mas que não os unissem contra ele, como já foi o caso de Blair. A escolha de Blair não seria um erro, seria um insulto.

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  6. 6 6  PJ

    A Elisa Ferreira não era candidata desta vez a outro cargo? Talvez pudesse desempenhar o cargo e ir dar o nome ao Parlamento Europeu quando necessário…
    Mary Robinson, não seria uma melhor candidata? Ah pois, não convém ter muito peso político, quanto mais próximo que a densidade do vácuo, melhor…
    Já agora, estes cargos servem mesmo para quê?? O nº de telefone da U.E. continuará a ser o nº de Merkel, Bruni…Sarkozy, e Brown.

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  7. 7 7  Carlos Marques

    Fosse o Berlusconi, esse outro grande defensor teórico dos princípios, a decidir sozinho e a escolha teria tido outra graça. Se é para fazerem papel de jarras, mais valia terem arranjado dois belos jarrões – e fazia-se um pleno em matéria de quota para as mulheres.

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  8. 8 8  fernando f

    Mas é a notoriedade que vem do berço que se reclama para os altos dirigentes europeus!? Não é aquela que se conquista ao longo do desempenho das diferentes actividades, incluindo aquela para que foram agora nomeados!?

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  9. 9 9  Jorge A. S.

    o meu post não foi publicado…
    quanto à resposta… talvez valesse a pena definir “peso político”: dimensão do país de origem? personalidade internacional (com base em que critérios…)? Junkers? Blair?…como vê a questão não é de resposta evidente…

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  10. 10 10  Nuno Cruz

    Os meus comentarios nao foram publicados, porquê?

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  11. 11 11  Daniel Santos

    se estes são os novos rostos da Europa, então estamos bem arranjados.

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  12. 12 12  LAM

    O que isto mostra, e o tratado de Lisboa foi o sublinhado, é que esta europa é cada vez mais feita ignorando os cidadãos. Cria-se a estrutura “conveniente” e à lá carte para marinar os problemas enquanto se vão oleando as conexões dos poderes. Estes, os Durões, Rompuys e senhora Ashton são as marionetas e testas de ferro desta encenação.

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  13. 13 13  Justicialista

    O presidente nomeado do Conselho Europeu pode ser desconhecido mas já disse que não quer ver nem de perto nem de longe a Turquia na UE.

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  14. 14 14  José

    “Vicente, lembro-me de várias mulheres bem melhores.”

    Daniel, podes citar algumas, com o tal peso político à escala europeia e que gostasse de ver num destes cargos?

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  15. 15 15  babalu

    Agora censuras posts absolutamente banais? Nao me parece que tenha dito nada de especial… Ou simplesmente passou-te ao lado?

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  16. 16 16  Ricardo Andrade

    As minhas expectativas eram altas em relação a estas novas figuras da União Europeia. A mudança do paradigma político nos Estados Unidos e, concretamente, os ideais que Barack Obama conseguiu recuperar para a sua liderança e para o seu país (alguns deles atribuídos, nos últimos anos e quase em exclusivo, à Europa) fizeram-me crer que os líderes Europeus conseguiriam eleger duas figuras relevantes. Mas, mais uma vez, a fragilidade política da União Europeia ficou bem clara. Nunca foi forte, mas a anterior administração norte-americana, dado o seu vazio de ideais, deu a falsa sensação de que a UE, de alguma forma, poderia ter alguma relevância.

    Não posso deixar de colocar a questão retórica que me assola: por que é que nunca se passa absolutamente nada de relevante no que diz respeito à força política da União Europeia?

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  17. 17 17  babalu

    Daniel, se não censuraste o meu post, então deve haver um bug qualquer na plataforma de blogging. Pelo menos eu fiz post e tive uma resposta do sistema.

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  18. 18 18  PedroM

    Não sei se este tipo de análise é ingenuidade ou cinismo.

    Reportemo-nos a uma situação concreta: o periodo “pré” guerra do Iraque. Imaginemos essa situação hoje.

    Agora, Daniel, sugira lá alguém com peso político capaz de resolver as divergências?

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  19. 19 19  joaozinho

    Não me parece que o mediatismo possa ser pedra.de.toque para um bom político. Lá por ninguém conhecer este senhor não significa que não possa ser bom para o cargo. Não esqueçamos que este rapagão conseguiu tirar a bélgica do caldo em que estava. Parece.me que se não for um homem com um histórico comunista/contestatário/sindicalista o Daniel não o pode aceitar. Give the man a break

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  20. 20 20  Júlio de Matos

    Esta agora!…

    Diz a sabedoria popular que “o primeiro milho é para os pardais”. Então haja calma, estes serão apenas os primeiros detentores destes dois cargos, não vamos já exigir-lhes que façam História.

    A propósito, quem foi o primeiro Presidente da República portuguesa? Ah, pois, grande coisa…

    Contudo, não foi lá por causa disso que a República deixou de ser no nosso País uma viragem histórica crucial e, até ver, irreversível (enfim, já lá vão cem anos e não me parece própriamente que…).

    Pois deixem lá o bé-bé nascer pequenino e insignificante, que isso não o impedirá decerto de poder vir a ser uma pessoa saudável, ou até um génio, ou um jogador de râguebi. Pois claro.

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  21. 21 21  babalu

    Ou se faz censura por aqui (por coisas completamente banais). Ou ha um bug que leva a perderem-se comentarios (por muito esporadicamente que seja).

    Na pratica nao vale a pena perder tempo a escrever aqui. Assim se conclui.

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  1. 1 Arrastão: As insignificâncias II

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