Por Pedro Sales
“Nós nunca referendámos o Tratado [de Lisboa), não referendámos a constituição, não referendámos o 25 de Abril, não referendámos a República, não referendámos a Restauração, não referendámos a independência do país”. Vital Moreira.
42 comentários 12 Mai 09 em Sem categoria42 respostas ao post “E também não referendámos as invasões dos Suevos, ou o milagre das rosas”
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Nem a aparição de Fátima. Ou referendámos?
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É triste ver uma pessoa do gabarito deste “senhor”, fazer figuras tão tristes.
Desde garotola, sempre esteve contra a democracia e os paises democráticos, e agora anda arvorado no maior defensor da Europa da CEE.
Já se esqueceu da URSS, da CHECOSLOVÁQUIA,da DDR(Alemanha Comunista) Etc. Etc.
Porra!! Mas que homem(?) é este?????????
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E então ??? O homem tem razão.
Porque motivo iamos dar tempo de antena ao BE e ao PCP ?
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Até posso não simpatizar com Vital Moreira mas nesta matéria convinha ouvirmos e lermos com mais humildade o que ele diz. Objectivamente tem toda a razão.
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Arreeeeeeeeeeeeee burrooooooooooo!!!!
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Daniel
Plágio do BE?
É que é mesmo descarado, já vi os documentos…
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 12th, 2009 at 22:43
Não faço ideia, Ana. Vou ver. Já os cartazes de Ilda não precisam de grande análise. Duplo plágio.
http://autoridadenacional.blogspot.com/2009/05/plagio.html
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Assim, como assim, até nem sei bem para que precisamos de eleições!
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Se tivesse havido referendum nestes casos:
a) Tratado de Lisboa: Sim, 50%; Não, 50%.
b)Constituição: Sim, 30%; Não, 70%.
c) 25 de Abril: Sim, 70%; Não, 30%.
d) República: Sim, 7%; Não, 93%.
e) Restauração: Sim, 93%; Não, 7%.
f) Independência: Sim, 93%; Não, 7%.
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O “Avô Cantigas” está irreconhecível!…
Pudera, está sempre atrás de Sócrates. Ele é contagioso…vôzinho!!!.
O homem vê-se por todo lado atrás do P.M. e em alguns casos completamente fora de contexto.
Afinal ele é o candidato ou faz parte da guarda pessoal do P.M.?!
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Entre muitas outras coisas, quase infindáveis, convém lembrar que, a pouco e pouco, a Constituição foi melhorando e aprofundando o regime do referendo, a última vez das quais exactamente, como disposição transitória, para permitir referendar algo parecido com a Constituição Europeia.
E que me lembre nunca Vital Moreira se opões esses desenvolvimentos constitucionais.
É bom lembrar que Vital Moreira até foi um defensor do referendo a Maastricht embora com a peculiaridade de, segundo ele, ser para responder sim e como forma de proteger os dirigentes políticos do que porventura viesse depois. Tudo isto está escrito, é só ir aos arquivos.
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Comecemos pelo princípio. Há que referendar o Milagre de Ourique.
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Plágio é a existência do BE!
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Então houve plágio ou não?
Estou curioso para ouvir aqui uma resposta, ou não?
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10 Lusitana Antiga Liberdade
12 Mai 2009 às 22:55
Se tivesse havido referendum nestes casos:
d) República: Sim, 7%; Não, 93%.
e) Restauração: Sim, 93%; Não, 7%.
Dava-lhe jeito que fossem estes os resultados?
A única vez que perdemos a nossa independência, foi por causa da sucessão monárquica.
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Daniel
Desculpe a insistência, mas já que penso ser uma pessoa séria e honesta gostaria de saber a sua opinião quanto à estatistica publicada no Expresso sobre a actuação dos deputados portugueses no Parlamento Europeu. Sugeria até que podesse fazer um posts sobre o mesmo, seria interessante, claro que é só uma sugestão. Visto serem novamente cabeças de lista Ilda Figueiredo pela CDU e Miguel Portas pelo BE, poderia comentar o que pelo menos o senhor Miguel Portas fez de trabalho durante este quatro anos comparado com os outros deputados???? Fico então a aguardar.
Um Abraço
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 13th, 2009 at 10:07
Orlando, e porque não comparar o de Ilda com a de outros deputados que ficaram à frente dela? Acho esse género de estatisticas idiotas e pensava que as pessoas de esquerda também achavam todas: a idéia de que o trabalho das pessoas se mede assim. Ainda mais estas estatisticas são especialmente disparatadas na forma como o fazem. Por isso, acho o tema desinteressante e estou seguro que Ilda Figueiredo é melhor deputada do que aqueles que ficaram à frente dela, como Carlos Coelho ou Capoulas Santos. Como pode ler em vários artigos, estas estatisticas são completamente absurdas, por não terem em conta a dimensão dos grupos nacionais, o tipo de comissoes em que cada um está e o trabalho que se faz fora do gabinete. Por isso não, não tenho qualquer vontade de entrar no debate infantil de campanha. Assim como não entro na onda do ranking das escolas. Prefiro discutir política, se não me leva a mal
Referendamos pouco porque não temos essa cultura política. De facto, Democracia directa é um conceito que assusta muitos governantes portugueses , como de resto em todo o mundo. Preferimos eleger representantes corruptos, que praticam frequentemente o tráfico de influências e agem por puro interesse. Altruismo e solidariedade são valores pouco enraizados na vida política nacional.
Existem inúmeros assuntos que deveriam ser referendados: os direitos das minorias , como o casamento homossexual, a paridade nas instituições financeiras , não financeiras , na administração pública, + paridade nos órgãos políticos, direito ao desvio, proibição das touradas e direitos dos animais, assédio moral no trabalho, questões sociais e laborais associadas à migração e questões associadas a públicas públicas , como a saúde e a educação, o direito à paz, justiça salarial e salário mínimo…
Fiquem bem,
Madalena Madeira
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Concordo com o Professor Vital Moreira. Ninguem referendou a nossa adesão ao Império Romano e vejam lá se não gostaram todos?
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Só faltava o referendo à Revolução Bolchevique!
No que se tornou este Doutor de Coimbra.
Carmelinda Pereira vale por 100 Vitais ou Vitales!
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Já tenho é saudades dos referendos á despenalização da interrupção voluntária da gravidez, quando é o próximo?..
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O Vital é o Aimar do PS. Veterano, carreira recheada de sucessos, mas já deu o que tinha a dar. O treinador devia substituí-lo antes que o adversário vire o resultado de goleada. Como se diz na bola, ele que peça para defecar e saia.
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lamento; o Vital é um biltre contratado pelo PS; no entanto, concretamente sobre esta questão, a opinião do doutor está certa, embora decerto por outras razões, diversas da que passo a citar:
Existe um condicionalismo, que constituiu uma inovação notável no marxismo, o conceito de Bloco Histórico (teorizado por Gramsci), cuja herança não é definida por votos. Aliás, compreende-se, num país que é visceralmente anti-comunista, beato e ignorante,,,
se não existisse a herança do Bloco Histórico salazarento, o país não estava no estado em que está
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Esquerda Net
(nem uma palavrinha ao BE)
Repudiada agressão a Vital Moreira
01-Mai-2009
O eurodeputado do Bloco de Esquerda, Miguel Portas, “repudiou inteiramente” os insultos e agressões (com água) sofridas por Vital Moreira quando se dirigia aos líderes da manifestação de 1º de Maio da CGTP para cumprimentá-los, na praça do Martim Moniz em Lisboa. Carvalho da Silva lamentou o incidente, mas advertiu que os políticos “devem respeitar o sofrimento dos trabalhadores”.
Miguel Portas desvalorizou as agressões, considerando-as acto isolado, mas repudiou inteiramente “qualquer acto de violência física e, pior ainda, no dia 1º de Maio que é o dia da fraternidade dos trabalhadores.”
As câmaras de televisão mostram que o cabeça de lista do PS às eleições europeias a ser sucessivamente insultado por manifestantes exaltados, e algumas garrafas de água a voarem na sua direcção, sem o atingirem.
Vital Moreira responsabilizou indirectamente o PCP – partido que abandonou há cerca de 20 anos – pelo incidente, afirmando que este foi um acto de “animosidade contra um antigo militante do PCP que não enjeita o seu percurso político, mas também não renuncia às circunstâncias” que levaram ao seu abandono do partido.
Jerónimo de Sousa preferiu não comentar o incidente, alegando não o ter visto.
Para Carvalho da Silva, os políticos em campanha eleitoral devem respeitar o sofrimento dos trabalhadores. “Estamos às portas de campanhas eleitorais e hoje estão aqui muitos trabalhadores em sofrimento. É preciso que a campanha eleitoral respeite o sofrimento das pessoas e os políticos devem interpretar as causas que levaram a esta situação de hoje”, disse. Algumas horas depois a CGTP apresentou um pedido de desculpas a Vital Moreira, sublinhando no entanto que a Central Sindical não pode assumir toda a responsabilidade de actos isolados.
As agressões foram repudiadas pelos cabeças de lista do CDS e do PSD.
Vitalino Canas, pelo PS, manifestou-se indignado por não ter recebido um pedido formal de desculpas do PCP e da CGTP e acusou estas organizações de terem gerado nos últimos anos “ódio” contra os socialistas. Mas, depois de receber as desculpas da CGTP. o PS manifestou-se satisfeito e elogiou a atitude da Central Sindical.
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-O sr professor doutor Vital Moreira, não tem vergonha nenhuma, desceu tão baixo que dá pena!
-Independentemente de tudo… sempre pensei que o sr. professor doutor Vital Moreira,trouxesse alguma elevação ao debate que pusesse algo das suas capacidades intelectuais ao serviço dos eleitores e do país —enganei-me mais uma vez; o sr. professor doutor não passa demagogo barato.
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Já agora, finalmente ouve-se o homem a falar de Europa, depois de dizer que era isso só que ia fazer e ter passado os ultimos 30 dias a substituir o Santos Silva… até recados para o interior do PS envia, sendo ele “independente”…
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No mínimo curioso!
Este post foi postado pelo Pedro Sales. No entanto, quando há interpelações todos interpelam o DO. E este responde às interpelações.
Curioso!
PS: Por referendar também ficou Guadalete, Aljubarrota, sucessão de D. Sebastião, 1640, expulsão dos jesuítas.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 13th, 2009 at 14:23
Curioso é responder às interpelações que me fazem, Sebastião?
Estas coisas de democracia e nação sempre fizeram muita confusão ao Vital. Por isso é que ele andou boa parte da sua vida a servir uma ditadura estrangeira.
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Não. Interpelam-no e você em princípio deverá responder se assim o entender.
Curioso é o post ser postado pelo Pedro Sales e ninguém o interpelar ou colocar-lhe questões.
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-Não sei se é verdade; mas à uns anos ouvi dizer que quando este sr.professor doutor Vital Moreira quando era militante do PCP numa das primeiras reuniões do CC. logo após o do 25 de Abril, para o qual foi convidado a assistir e participar junto com outros destacados militantes e intelectuais do PCP lançou uma proposta que consistia na alteração da bandeira e no hino nacionais – a qual foi de imediato criticada e os seu autor ridicularizado pelo então secretário geral Dr. Álvaro Cunhal -Dizendo-lhe que a sua proposta era ridícula que o Povo português amava a sua bandeira e o seu hino que estavam muito bem como estavam. Há gente que dá cada cambalhota na vida… ahahahahah
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” e o trabalho que se faz fora do gabinete” isto deve ser um nome tecnico para “grande balda”.
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Daniel Oliveira Reply:
Maio 13th, 2009 at 15:52
Não Fidel, é o trabalho que, por exemplo, um membro de uma comissão que trata de relações internacionais tem de fazer, veja lá, no terreno que supostamente está na sua área de trabalho. Claro que pode conhecer aquilo de que trata através de papeis.
“Casa Branca recupera tribunais especiais de Guantánamo ”
casa branca ? guantanamo ? quem ? querem ver que o camarada bush de um golpe de estado e derrubou o camarada obama.
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Acho que falta referendar tb a tomada de Portugal aos Mouros pelo D.Afonso Henriques…. porque não se começa por esta ?
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Sebastião, o PS, é um clone do DO, vamos a ver se o outro Pedro tb não será um clone.
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Cada vez mais a caixa de comentários resvala para conversas tipo a turma do 10ºG.
Só falta o “dá-me o telemóvel, já!”
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BICO DE LACRE (16):
Por acaso está enganado.
De 1580 a 1640 Portugal não deixou nunca de ser reino independente com governo separado do de Castela.
Portugal perdeu, sim, foi o governo de um Rei Português: aliás, perdeu-o por manifesto esbulho dos legitimos direitos ao trono, da muito Portuguesa, Sr.ª Dona Catarina de Bragança.
Percebo a sua indignação com o resultado do meu referendum fictício sobre o 5 de Outubro. Apenas me limitei a relatar o melhor resultado eleitoral que os republicanos tiveram no tempo da Monarquia: 7%!
A República em Portugal foi apoiada por uma minoria radical, violenta e cobarde que atirou para o “caixote do lixo da história” a vontade soberana do Povo Português.
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Bico de lacre
Pode ter a certeza que se a Espanha fosse uma república no século XVI e XVII, aí sim teríamos perdido a independência de facto e de jure.
Assim, por causa da sucessão monárquica, nunca perdemos a independência do ponto de vista jurídico. Filipe I era tão português como castelhano e não anexou Portugal.
Seria dizer que o Canadá e a Austrália não são independentes do Reino Unido, apesar de partilharem o mesmo chefe de estado!
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